Like Knows Like

likes knows likes

Você já conhece o lindo projeto independente “”, criado pelos holandeses Bas BerkhoutMarije Kuiper?

Assim como a gente aqui no Plush Blush, o cineasta Bas e a fotógrafa Marije adoram as inúmeras possibilidades que a internet, em especial as , oferecem para que a gente possa conhecer melhor e mais de perto trabalhos e pessoas que admiramos, como ilustradores, pintores, animadores, cineastas, escritores, blogueiros, músicos, arquitetos e tantos outros talentos.

A ideia do projeto é aproveitar esse espaço e estreitar laços, criando documentários sobre artistas (como o fotógrafo Ryan Schude, que ilustra este post) queridos nas redes sociais.

O resultado? Vídeos que são um presente para todos nós. Pura inspiração.

Saiba mais assistindo ao vídeo da apresentação do projeto (abaixo) e não deixe também de acompanhar a fanpage e o site oficial.

Este é um desses achados que venho compartilhar feliz, porque fazem não apenas da internet, mas também do mundo, um lugar melhor. Read More

Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
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As mulheres da Guerra Civil

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A guerra norte americana de 1860 tem uma história paralela pouco contada nos livros de história: a participação de mulheres que, no melhor estilo Mulan, decidiram ir ao campo de batalha e arregaçar as mangas. Seja por questões de patriotismo, grana, ou mesmo a vontade de estar mais próxima do marido no campo de batalha, essas moças punham o uniforme de guerra masculino e iam à luta. E se empenhavam mesmo na coisa toda, aprendendo a jogar, a fumar e até a xingar como um homem (ah, doce era vitoriana!). Como a participação feminina em quase qualquer campo público era proibidíssima na época, essas moças merecem nossa atenção por iniciarem um dos mais corajosos movimentos de libertação feminina. E ganharam um livro à venda na gringa, They Fought Like Demons, que conta histórias de várias dessas mulheres, em sua maioria oriundas de famílias pobres, imigrantes e rurais.

Se você se interessa por esse tema, vale ler mais aqui no Brain Pickings ;)

Francine Guilené feliz. Também é contadora de histórias e curandeira de conteúdo.
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100 anos de Chanel

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Como apaixonadas pela figura e pela marca de Coco Chanel, não poderíamos deixar passar em branco os 100 anos da maison. Pra celebrar essa data tão importante pro mundo da , foi inaugurada a mostra parisiense Les Instants Chanel, que reúne fotos inéditas da maison Chanel clicadas pelo fotógrafo italiano Willy Rizzo.

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Rizzo (que faleceu no final de fevereiro), era conhecido por ser o fotógrafo da celebrity culture, das divas de Hollywood às vanguardas da moda. Rizzo e Chanel se conheceram no final dos anos 40, mas as imagens da mostra foram registradas apenas em 1954, quando ele retratou o retorno da estilista (que após a II Guerra Mundial se mudou para a Suíça para fugir da polêmica de seu envolvimento com um oficial nazista) à moda nas páginas da Paris Match.

A mostra, que tomou ares de tributo ao fotógrafo, continua até o próximo dia 15 de maio.

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Em paralelo à mostra, os 100 anos de Chanel foi comemorado com direito a um desfile (incrível!) da coleção Inverno 2013/14 no Grand Palais, durante a semana de moda de Paris. Read More

Cinthia Pascuetoé moça do interior, jornalista em terras cariocas e cheia de sorrisos.
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As Mulheres de Picasso

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O famoso e icônico pintor espanhol inspirou Eugenio Recuenco, seu conterrâneo e um dos mais importantes fotógrafos contemporâneos, a fazer essa linda série de fotografias de .

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“As modelos foram vestidas com trajes semelhantes às suas obras cubistas e as fotografias passaram por um processo de composição surrealista: linhas aleatórias traçadas na face e olhos falsos para completar o figurino”, conta o site Hypeness. Read More

Danielle Gurgelcarioca, sagitariana e é sócia fundadora do Club Jardins.
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Don’t call me Oscar

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Uma dica pra quem ainda está no clima da premiação do fim de semana (e adora bebês). É o Tumblr de Maggie Storino, uma fotógrafa de Atlanta que começou a fotografar sua filhinha em poses que remetem aos concorrentes do Oscar.

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Ela já fez isso na edição anterior do prêmio, e esse ano não foi diferente. Gosto muito dessa releitura da cena do Argo com vários vilões de desenhos animados.

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Pra ver tudo, é só correr aqui pro Tumblr da moça. ;)

Francine Guilené feliz. Também é contadora de histórias e curandeira de conteúdo.
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Os catálogos da Free People

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Que coisa mais linda são os da marca Free People! Especialmente este de janeiro, em que eles fizeram o editorial “Girls on ” – que tem como cenário as ruas da incrível Amsterdã. Fiquei mais encantada com essa imagem por conta das cores e, claro, pelo clima tããão romântico!

O fotógrafo Guy Aroch clicou casais e meninas em bikes com vestidinhos, jeans casual, jaquetas de franja e estampas florais – vibe 60′s que a gente adora. E o melhor é que a marca criou uma edição limitada de itens para bicicletas que é pura poesia, com bancos pintados à mão, proteções de roda de crochê… Read More

Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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O que tem na sua geladeira?

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Eu sou dessas que abrem a “pra pensar”. Algumas vezes, é pra pegar água ou Coca Zero, mas, na gigantesca maioria das ocasiões, é só pra ficar apoiada na porta, admirando o conteúdo do meu refrigerador. Minha gata é a maior beneficiada, aliás, e aproveita pra se espremer entre as prateleiras de pão, uvas e pizza de ontem. Como não me faço de rogada, sempre que encontro uma nas minhas andanças, eu TENHO que abrir a dita-cuja e “pensar”. Vale refrigerador da mãe, da sogra, da amiga, do trabalho e, principalmente, aquelas supermáquinas em lojas de eletrodomésticos que custam mais do que um carro popular e só contêm mockups de frutas e latinhas vazias. E é muito interessante admirar conteúdos de geladeiras.

Antes que você queira me indicar um bom psiquiatra ou alguma nova droga experimental para distúrbios mentais ainda não catalogados, explico. A geladeira reúne as escolhas que as pessoas fazem para preencher aquele vazio meique existencial chamado estômago. Eu também gosto de observar essas escolhas no caixa do supermercado. Você sabe dizer se, naquela casa, mora mais de uma pessoa, sem tem crianças, se a pessoa cozinha bem, se sabe gastar bem seu dinheiro, se curte uma vida saudável ou se é um universitário querendo catalogar todos os sabores existentes de miojo.

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Apoiada nessa mesma curiosidade, a fotógrafa francesa fotografou mais de 40 refrigeradores e seus donos durante suas viagens entre New York e Paris. Essas fotos viraram a série In Your Fridge e exibe desde os hábitos alimentares dos moradores daquela casa até objetos, no mínimo, inusitados, como brinquedos (?) e roupas (?!). No site de Stephanie tem mais donos e geladeiras.

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E aí? O que tem na sua geladeira?

 

Paula Saldanhabaiana por sangue, carioca por certidão e paulistana por insistência.
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A fotógrafa dos filmes não revelados

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Essa é a história da babá que tirou mais de 100 mil fotos durante a sua vida, sem nunca contar a ninguém. E sem querer nada em troca, ela registrou algumas das mais interessantes peculiaridades das ruas da América.

A obra da fotógrafa americana Vivian Maier só foi descoberta após sua morte, há poucos anos.
Ela foi uma pacata babá que ao longo de décadas, preferiu não revelar ao público seu impressionante trabalho artístico. Literalmente. Vivian nem sequer imprimia suas fotos.

Ela era filha de um americano de origem francesa e uma austro-húngara. Viveu entre a Europa e os Estados Unidos, até se estabelecer em NY, em 1951. Começou a aprender a fotografar e aproveitou sua chegada na Big Apple para aprimorar sua habilidade. Em 1956, Vivian se mudou para Chicago onde passou o resto da sua vida trabalhando como babá – e nas horas vagas, fazia seus cliques pelas ruas da cidade.

Em casa, Vivian guardaria a sete chaves toda a sua produção, que soma 100 mil negativos, além de uma série de filmes caseiros, gravações de áudio onde comentava assuntos variados e até registros da demolição de marcos históricos. A sua paixão pelo amarelo também é um dos traços mais interessantes sobre sua obra.

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Por motivos desconhecidos, Vivian empobreceu, perdendo todos os seus bens – mas foi salva pelas três últimas crianças de quem cuidou. Apegados à babá, os irmãos juntaram uma grana e arrumaram um apartamento para que ela pudesse ser cuidada da melhor forma possível.

Sem o conhecimento deles, Vivian leiloou um baú para pagar contas atrasadas. Nele estavam os negativos em que ela trabalhara durante toda a sua existência. Seria mais uma obra do destino?

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O talentoso trabalho de Vivian (dá uma olhada no seu autoretrato acima) só veio à tona em 2007, quando surgiu misteriosamente em um leilão em Chicago. Foi aí que seu trabalho teve um grande impacto na arte. A partir desse momento, surgiu alguém que acreditava em seu trabalho: John Maloof, encantado pela obra, brigou para que o mundo colocasse os olhos sobre o seu trabalho.

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Atualmente toda a obra da fotógrafa está sendo catalogada, para que as futuras gerações possam conhecer uma das maiores fotógrafas de rua dos Estados Unidos. Tão bom descobrir esses gênios desconhecidos. :)

Aqui você vê mais sobre o trabalho de Vivian Maier.

Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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Comidinha de vó

Marisa Batini, Itália

Marisa Batini, Itália

 

Eu nunca me esqueci da quiabada com muita farinha de vovó Beta. Tento repetir, mas nunca consegui chegar naquele gostinho especial de amor (sem Sazón) que só ela sabia fazer. E o bolo mesclado (apelidado carinhosamente de “bolo de nada”) que ela fazia questão de enviar só para mim, embrulhado em papel alumínio na mão de algum membro da família que fosse fazer a viagem Salvador-São Paulo? Já vovó Zenilda era mestre em mingau de aveia e ela fazia um kibe frito que ai-meu-deus-eu-vou-me-afogar-com-tanta-água-na-boca.

Numa conversa sobre comfort food, sempre surge o tema comida de vó. Porque nada se compara à mistura de anos de experiência na cozinha + amor de mãe ao quadrado.

E quando o fotógrafo italiano  resolveu sair pelo mundo no esquema couchsurfing, vovó Marisa resolveu preparar uma comidinha especial: o ravioli favorito do neto. Com aquele sabor de carinho na boca, ele resolveu registrar a receita especial de cada uma das vovós que encontrava pelo caminho. Essa experiência rendeu o lindo e delicioso projeto Delicatessen with Love, que, além de fotos das matriarcas com suas criações, traz as explicadinhas para quem quiser tentar em casa a comidinha de vovó de outras culturas.

Entre as receitas especiais, tem carne de alce no Alasca, lagartas no Malawi, curry ultra apimentado na Índia e, óbvio, tem o Ravioli de dona Marisa. No site de Gabriele, você vê todas as fotos e receitas. Read More

Paula Saldanhabaiana por sangue, carioca por certidão e paulistana por insistência.
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Eu não sou uma sósia!

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Sabe aquela história de que tem um sósia seu em algum lugar do mundo? Particularmente, nunca esbarrei com uma Paula 2.0, mas tenho uma amiga que conhece uma versão loira da minha pessoa.

Daí o canadense  usou esse pressuposto/lenda urbana para criar a série “I’m not a look-alike!”, que reúne pessoas absurdamente parecidas e sem nenhum parentesco. O fotógrafo já chegou a expor algumas fotos em Montréal e Londres, mas ainda está na busca para chegar em 200 pares de não- idênticos.

Se você quiser participar, entre em contato pelo site dele.

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Paula Saldanhabaiana por sangue, carioca por certidão e paulistana por insistência.
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