Everybody loves Mila Kunis
por Fabiane Secches em sexta-feira, março 8, 2013 ·

Mila Kunis praticamente dispensa apresentações. Não é apenas por sua beleza que ela conquistou público e crítica, definitivamente, ao intepretar a Lily, no drama “Cisne Negro“, em 2010. Em tão pouco tempo, todo o mundo se apaixonou por ela. Mesmo quem não a conhecia antes, da série “The ’70s Show” (na qual contracenava com Ashton Kutcher, hoje seu namorado), rendeu-se completamente.
Com a explosão do seu sucesso, muitas descobertas curiosas: a jovem atriz ucraniana não é apenas linda e talentosa, como também muito inteligente e com um senso de humor afiadíssimo. Você sabia, por exemplo, que é dela a voz de Meg Griffin, na ótima e polêmica série animada “Family Guy“? E que Mila começou a atuar muito cedo, interpretando a modelo Gia, no filme homônimo, com 11 anos de idade (papel divisor de águas na carreira de Angelina Jolie)?
Pois é. Mila é assim, tão cheia de mistérios como de surpresas. Só uma atriz tão versátil pode ser igualmente sedutora, sensual e ambígua, como é a sua Lily, em “Cisne Negro”, e depois tão divertida e carismática em filmes como “Amizade Colorida” (par romântico de Justin Timberlake) e “Ted“, do mesmo criador de Family Guy (Seth McFarlane), em que contracena com Mark Wahlberg e com um ursinho de pelúcia pra lá de politicamente incorreto.

Agora é a vez dela nos presentear com mais um papel diferente: Mila é a Theodora de Oz, Mágico e Poderoso, que estreia nos cinemas hoje.
Ao lado de outras duas atrizes que esbanjam talento sem cerimônias (Michelle Williams e Rachel Weisz), faz parte do time das bruxas que vivem na encantada terra de Oz. Read More
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10 adaptações para ver depois de Oz
por Francine Guilen em terça-feira, março 5, 2013 ·

Nesta sexta-feira (dia 08) é a estreia de Oz, Mágico e Poderoso – mas a gente tá com impressão de que vai voltar do cinema com aquela vontadona de mergulhar ainda mais nesse universo mágico.
Então pode preparar mais pipoca, porque opção não vai faltar. O caso é que as pessoas vêm fazendo coisas inspiradas na história de L. Frank Baum desde muito cedo, e se você estiver no pique, pode se divertir com muita coisa. Listamos aqui, em ordem cronológica, 10 adaptações de O Mágico de Oz que podem não ser necessariamente os mais importantes ou conhecidos, mas certamente são alguns dos mais curiosos e divertidos deste universo.
1908 | The Fairylogue and Radio-Plays:
Uma mistura de atores e efeitos especiais animais (daqueles dos primórdios do cinema), essa série contava com a participação do próprio Baum, o autor da história original, no palco dos cinemas onde era exibida. Ela não fez muito sucesso e acabou sendo cancelada antes do previsto.
Por que ver: porque ver o Leão, o Totó e outros animais vividos por pessoas fantasiadas é impagável.
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Francine Guilené feliz. Também é contadora de histórias e curandeira de conteúdo.
O lado malvado de Rachel Weisz
por Joana Gama Filho em sexta-feira, março 1, 2013 ·

Ela é casada com James Bond (e ex mulher de um dos diretores mais comentados do momento), tem na bagagem um Oscar, um SAG e um Globo de Ouro e por inúmeras vezes figurou em listas como uma das mulheres mais sexy do ano. Linda, boa atriz e reservada, Rachel Weisz tem mesmo um quê de mistério que nos leva a querer conhecê-la melhor.
Aos 42 anos a atriz inglesa parecia já ter conquistado tudo. Ou melhor, quase tudo. Com tantos papéis densos no currículo, tudo o que faltava era um papel além da imaginação. E mais ainda: faltava interpretar uma vilã. Foi pelo lado sombrio de Evanora, que Rachel topou fazer parte do elenco de Oz, Mágico e Poderoso.
Se em O Jardineiro Fiel ela interpreta uma ativista de direitos humanos, uma mulher amada que morre de câncer em The Fountain e uma mãe desesperada pela morte da vida em The Lovely Bones, em Oz a atriz precisou dar asas ao seu lado malvado.
No auge da carreira, a atriz estrela a capa e editorial intitulado “Good At Being Bad” (cliques de David Slijper e estilo de Leith Clark) da Harper’s Bazaar UK de março 2013.

Em entrevista à revista, ela comentou sobre a vida pessoal com Daniel Craig e a oportunidade de interpretar uma vilã pela primeira vez: “Evanora se diverte muito sendo má. Eu acho que é isso que me atrai na personagem (…) ela se revela bem maquiavélica. E eu acho que ser vilã também é muito divertido”, disse. Read More
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Joana Gama Filhodança na ponta dos pés, não dorme antes de ler e não vive sem escrever.
Armário de bruxa
por Tata Giglio em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·

Estamos contando tudo sobre a super produção de Oz, Mágico e Poderoso e agora falamos da parte que mais amamos: as roupas, claro! O desafio de vestir mais de 1,5 mil atores ao longo de um período de 23 semanas ficou por conta da dupla do figurinista veterano Gary Jones (Oscar de Melhor Figurino por “O Talentoso Ripley”) e do designer Michael Kutsche (“Alice no País das Maravilhas” e “Thor”).
“A coisa mais importante para mim era que as roupas não parecessem mera figuração, mas realmente fizessem parte daquele mundo”, conta Kutsche, que trabalhou ao lado de mais 60 pessoas para a criação de cerca de 2 mil looks.
Com um armário cheio de vestidos glamurosos do final do século XIX e peças exclusivas, as três estrelas de Hollywood ganharam ares de princesas (boas e más) numa terra de bruxas. Confira aqui tudo sobre os figurinos originais que estão em exposição no Shopping JK Iguatemi em São Paulo:

Oscar Diggs, vivido por James Franco, tem só um figurino no filme. Pra compor o personagem, Gary Jones pesquisou detalhadamente o período de 1880 a 1930 para criar o traje mais adequado. Fotos antigas da virada do século que o inspiraram em seu desenho final – um terno preto com fraque.

Ao definir as feiticeiras oponentes através do estilo de guarda-roupa, Jones falou um pouco sobre a maquiagem e o figurino neste vídeo, e descreve sua abordagem dizendo:
“As bruxas estão muito bem definidas como ‘clara’ e ‘escura’ para destacar o contraste entre o bem e o mal.” (…) Nós usamos cor verde fosforescente, que tem tudo a ver com o desenho da Cidade das Esmeraldas de Robert Stromberg, para retratar o mistério e o poder sedutor das bruxas”.

Evanora, a bruxa má de Rachel Weisz, é a guardiã da Cidade das Esmeraldas e tem em seu guarda-roupa um reflexo da cidade de que toma conta. Por isso, usa muito verde, a cor da esmeralda (a cor de 2013 segundo a Pantone!), e nuances escuras, para marcar seu lado maldoso.
“Eu queria que ela não fosse só uma pessoa neste lugar, mas que o representasse. As formas e cores do figurino dela refletem a arquitetura art déco de Emerald City”, explica Gary Jones. Os acessórios refletem bem essa pegada mais dark. Outro ponto importante do seu figurino, é o amuleto da personagem. É dele que vem o seu poder e ele permite que a bruxa emita raios pela ponta dos dedos.

“Os figurinos são muito fantásticos e muito rebuscados. O meu para Evanora tem muito brilho com muitas penas. É uma total transformação; trata-se simplesmente de fantasia épica, cheia de glamour. É realmente divertido”, disse a própria atriz.
Essa inspiração também estava nas passarelas da inesquecível coleção da Givenchy Couture assinada por Alexander McQueen em 2007.

Como Glinda é a bruxa boa da história, seu figurino é totalmente oposto ao de Evanora. A personagem vivida por Michelle Williams, tem looks em tons de branco, areia e prateado. A inspiração vem do art nouveau, movimento oposto às linhas duras da art decó de sua irmã - tem longas linhas graciosas, bordados delicados e detalhes que remetem a natureza.

O destaque do figurino vai pra tiara, feita em escamas e pedrarias que conferem à personagem um ar imponente, mas ainda assim delicado. Todo esse toque de beleza transcendental de Glinda teve como inspirações as coleções primavera-verão de John Galliano em 2009 e de Viktor & Rolf em 2010.

Theodora, interpretada pela musa Mila Kunis tem um dos looks mais queridos pela equipe de produção (e pela gente também!). Com um quê de Carmem Sandiego, os figurinistas apostaram na tendência da cor bordô em conjunto com o chapelão estilo floppy criando um visual com ares que lembram uma boêmia jovial.
“O chapéu está no mundo da fantasia, ao mesmo tempo que continua sendo uma peça de época. Eu pesquisei a moda por volta de 1900, quando as pessoas usavam incríveis chapéus estranhos. O look de Theodora é quase uma colcha de retalhos de diferentes períodos e isso faz que não pareça com nenhuma época específica. E é isso que dá um pouco a sensação de fantasia”, complementa Kutsche.

Os looks foram inspirados nas coleções da Mulberry e Lanvin em 2011, e tem forte influência da coleção de outono-inverno de Marc Jacobs de 2012. Com todo o carisma de Mila Kunis e um figurino tão marcante, Theodora tem tudo para se tornar a personagem mais amada do filme, não acham?
Exposição de figurinos originais de Oz, Mágico e Poderoso
Quando: de 25/02 a 15/03 (segunda a sábado, das 11h às 23h e domingo, das 11h às 22h)
Onde: Shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, Vila Olímpia)
Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
A obra de L. Frank Baum
por Joana Gama Filho em segunda-feira, fevereiro 25, 2013 ·

É engraçado, mas o filme O Mágico de Oz de 1939 ficou tão marcado no imaginário popular que é quase impossível não ter como lembrança mais antiga de Oz, a lindíssima Judy Garland cantando Over the Rainbow em um Kansas em p&b.
Mas antes do filme, existiu uma série de livros. Série que consagrou o autor L. Frank Baum, que dedicou grande parte de sua vida a escrever 14 livros sobre a terra fantástica que criou. O primeiro, The Wonderful Wizard of Oz foi publicado em 1900 pela editora George M. Hill e conta a história que já conhecemos: Dorothy é levada para a Terra de Oz por um tornado e lá conhece o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde, enquanto segue para a Cidade das Esmeraldas pra conhecer o Mágico de Oz e voltar para casa.
O sucesso foi tanto que em 1903 o livro foi transformado em diversos musicais, como o premiado e consagrado Wicked da Broadway, e anos mais tarde virou o filme que todos nós conhecemos. Agora, a Disney irá nos levar em Oz, Mágico e Poderoso a uma aventura para conhecer o que aconteceu antes do livro que deu início a tudo. Read More
Joana Gama Filhodança na ponta dos pés, não dorme antes de ler e não vive sem escrever.
A vez de Michelle Williams
por Joana Gama Filho em sexta-feira, fevereiro 22, 2013 ·

Michelle Williams não poderia ter mais cara de boa moça. Pois é justamente por isso que acho que ela seja a escolha perfeita para interpretar a doce e encantadora Glinda em Oz, Mágico e Poderoso.
Mas apesar de jovem e linda, ela não tem nada de boba: Michelle tem um currículo de causar inveja a muito veterano do cinema. Com apenas 32 anos de idade e 20 de carreira, é sempre aclamada pela crítica e já foi indicada ao Oscar 3 vezes sendo em 2006 como Melhor atriz coadjuvante por Brokeback Mountain e em 2011 e 2012 como Melhor atriz por Blue Valentine e Sete dias com Marilyn.
Talento e beleza para segurar o papel de Glinda a moça já demonstrou ter de sobra. Olha só que diva na capa e editorial da Another Magazine que acabou de sair!

Michelle teve o privilégio de interpretar uma das personagens mais queridas na literatura, a Bruxa Boa.
De todas as personagens da obra de Oz de L. Frank Baum, Glinda é a mais enigmática. Ela é a figura mais adulta nos livros de Oz. Sempre apostos e nunca deslumbrada, sempre mantém a firmeza e os seu propósitos - algo que não pode ser dito sobre as outras personagens da série, como o Mágico de Oz.
Mesmo nos livros, Glinda é sempre descrita como uma mulher linda com cabelos longos ruivos – em Oz, Mágico e Poderoso aparecem loiros platinados e para conseguir o efeito desejado, usou uma peruca - , olhos azuis benevolentes e bochechas rosadas.

O seu figurino no longa é todo baseado em uma cartela de cores em tons terrosos, branco, dourado e rosa claro. Bem cara de bruxa boa mesmo e fiel a descrição da personagem nos livros. O mais legal é que a própria Michelle pôde escolher seu figurino baseando-se no romance The Wonderful Wizard of Oz. Pelo o que vemos nos vídeos e fotos, ela acertou em cheio!
Vem relembrar outras versões da Glinda:
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Joana Gama Filhodança na ponta dos pés, não dorme antes de ler e não vive sem escrever.
James Franco, o homem por trás das cortinas
por Fabiane Secches em quarta-feira, fevereiro 20, 2013 ·

(foto: Cliff Watts, cortesia da GQ Brasil)
James Franco é tudo, menos um homem por trás das cortinas, como o velho farsante Mágico de Oz, papel-título da sua nova empreitada. Seu talento já lhe rendeu importantes prêmios e indicações, como o Oscar de Melhor Ator por sua atuação impressionante em 127 Horas. Sua estreia no cinema aconteceu em 1999, na comédia romântica Nunca Fui Beijada, ao lado de Drew Barrymore.
Mas Franco ganhou reconhecimento da crítica de verdade ao interpretar o ator lendário James Dean em sua cinebiografia para a TV – e conseguiu uma ascensão meteórica na carreira, perdendo o estigma de galã de comédias românticas pra ganhar espaço como um ator respeitado e admirado não.
A escolha do Franco como protagonista de “Oz, Mágico e Poderoso” não poderia ser mais acertada. Depois de ver o trailer do longa pela primeira vez, parece difícil imaginar outro ator que tivesse o mesmo carisma e talento pra interpretar Oscar Diggs, com toda leveza e força, humor e beleza que este personagem pede.
E agora, mais de 100 anos depois da publicação original e inúmeras adaptações pra TV, cinema, teatro e até histórias em quadrinhos, que ele mostra toda sua versatilidade no prólogo de “O Mágico de Oz”, contado pelo olhar encantador da Disney.
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Musical O Mágico de Oz estreia em SP
por Tata Giglio em segunda-feira, fevereiro 18, 2013 ·

Falando em Oz, Mágico e Poderoso, outra superprodução inspirada na história encantadora de Frank L. Baum estreia dia 22 de fevereiro nos palcos do Teatro Alfa em São Paulo: o Musical O Mágico de Oz.
A atração escrita pelos reis dos musicais Charles Möeller e Claudio Botelho é baseada na história do filme de 1939, eternizado por Judy Garland no papel de Dorothy, a menina levada por um tornado rumo à fantástica estrada de tijolos amarelos e um universo jamais explorado antes.
O grande destaque da peça é a volta triunfal aos palcos de Luiz Carlos Miele – e é dele o papel-título d’O Mágico de Oz. Também estão no elenco Lúcio Mauro Filho, que brilha na pele de um Leão Covarde afeminado, Nicola Lama, como o Homem de Lata e Malu Rodrigues, verdadeira revelação como Dorothy, e Heloísa Perissé no como Bruxa Má do Oeste e André Torquato no papel de Espantalho – novidades no elenco (na primeira temporada em cartaz no Rio, Maria Clara Gueiros e Pierre Baitelli interpretaram os papéis de bruxa má e Espantalho).

Tive a oportunidade de assistir à temporada carioca (que teve 80 mil espectadores!) no ano passado e admito que me surpreendi muito positivamente. Fiquei impressionada com a riqueza dos cenários e efeitos especiais incríveis de verdade, sem falar que a maquiagem e o figurino estão caprichados e a interação dos atores é impagável (sem falar que o cachorrinho Totó é fofo demais, claro).
A montagem é baseada na única adaptação autorizada para o teatro, feita pela Royal Shakespeare Company, seguindo praticamente todo o roteiro do filme, vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora e Canção Original (Over the Rainbow). Ou seja, vale muito a pena conferir.

Hora de fazer um esquenta para a megaprodução da Disney indo pra algum lugar além do arco-íris!
O Mágico de Oz
Teatro Alfa: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro
Bilheteria: de segunda a sábado das 11h às 19hs e domingos das 11h às 18h. Em dias de eventos até o início dos mesmos – ou aqui no Ingresso Rápido.
Ingressos: de R$ 40 a R$180
Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
Featurette | Os efeitos especiais de Oz
por Tata Giglio em sexta-feira, fevereiro 15, 2013 ·
A produção e os atores de Oz, Mágico e Poderoso comentam como o figurino, efeitos especiais e a maquiagem deram vida às personagens do fantástico mundo de Oz. Estamos ansiosas.
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Oz, Mágico e Poderoso | A terra de Oz
por Joana Gama Filho em quarta-feira, fevereiro 13, 2013 ·

Contar uma história é transportar alguém para um mundo totalmente novo. Sempre gostei de contar histórias, mas para mim o mais fascinante é conhecer histórias contadas por outras pessoas. Nada substitui o prazer de ver um mundo completamente novo se abrindo diante dos meus olhos.
Com um filme não deve ser diferente. Uma boa direção de arte e cenários ricos me fazem comprar quase qualquer ideia. Seja uma comédia romântica ambientada em Manhattan ou uma guerra épica as margens de um imponente palácio… Uma ambientação bem feita é tudo. Quando se fala de um conto de fadas então, nossas expectativas parecem não ter limites. Chegamos a um ponto, onde efeitos especiais e a tecnologia 3D nos proporcionam uma experiência muito mais real daquilo que costumava ser apenas imaginário. É quase como ver os seus sonhos se tornarem realidade.
Tenho grandes expectativas em relação a Oz, Mágico e Poderoso. Como fã dos livros, do filme, dos musicais e de tudo o que já foi criado sobre esse mundo mágico, tenho em minha cabeça uma ideia bem formada do que esperar. Me chamem de mimada, mas não aceito nada menos do que um cenário incrível. Para minha sorte, Sam Raimi convidou ninguém menos do que Robert Stromberg para ser o desenhista de produção do filme e gente, duvido que atualmente haja alguém melhor no ramo. Responsável pelos cenários de Alice no País das Maravilhas e Avatar, Stromberg pode ser considerado um mágico dos cinemas, afinal, possui aquela capacidade única de transformar o irreal em realidade.
Para dar vida a Oz, ele criou 24 cenários icônicos como a famosa Estrada de Tijolos Amarelos e a Cidade das Esmeraldas, todos desenhados e imaginados, junto com novos desenhos muito esperados, como a Sala do Trono da bruxa, a Whimsie Woods (onde Oz conhece Theodora), a Floresta Escura, onde Glinda, a Bruxa Boa, é apresentada na história, e a Cidade de Porcelana, cujos habitantes são totalmente feitos de porcelana.

“Os outros projetos que eu fiz foram muito mais virtuais”, admite Stromberg. “Para este filme em particular, eu queria conferir uma característica de palco de teatro. Acho que não se consegue obter isso de mundos inteiramente digitais. Então, a única maneira de conseguir essa sensação de palco de teatro foi construir grandes cenários em estúdios de som. E depois ampliá-los usando efeitos visuais de maneira a dar apoio em vez de simplesmente lhes conceber um papel dominante que se sobrepõe a todos os aspectos do processo da cinematografia.”
Os ambientes práticos foram também um pedido do diretor Sam Raimi. Ele queria que os atores pudessem atuar em um espaço mais real possível, que o elenco fosse capaz de ver, tocar e sentir o lugar onde estavam filmando. Para mim faz todo sentido. Não sou atriz, mas sempre achei que deve muito mais difícil dar vida a um personagem quando se está simplesmente em um estúdio todo verde pronto para o chroma-key. Todos os sentidos humanos devem ser de extrema importância na hora da criação.
Pelo visto eu não sou a única pessoa que pensa assim. Michelle Williams (Glinda) disse que foi empolgante estar no set porque o mundo mágico não estava mais só na cabeça dos atores. “Com a Estrada de Tijolos Amarelos e o castelo da Glinda diante de mim, eu não precisei imaginar o que me cercava. Sam e Robert realmente fizeram com que os atores se sentissem à vontade nos sets que construíram para nós trabalharmos.”
Quer conhecer um pouco mais do mundo criado por Robert Stromberg? Dá uma olhada em algumas das locações de Oz – Mágico e Poderoso.
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