Cultura | Madres de Plaza de Mayo 35 anos

O que é ser mãe? Essa realmente é uma pergunta difícil de se responder, principalmente quando você ainda não passou por essa experiência.

Mas tem coisas que indiscutivelmente passam pra nós, reles mortais, uma lição sobre a maternidade.

O post de hoje vai falar, mas também homenajear e refletir, sobre as Mães da Praça de Maio, mulheres que há 35 anos se reúnem todas as quintas-feiras em frente a Casa Rosada, em Buenos Aires, com um só objetivo: não deixar que seus filhos desaparecidos, desapareçam também da memória do país.

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Ana Mattionié curiosa, indecisa e respondona. Já quis ser de tudo nessa vida, de médica à manicure. Acabou estudando Cinema e vi
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Cultura | Frida Kahlo, um exemplo de talento e superação

não é bela. Não à primeira vista e talvez nem à segunda. Mas a beleza está também em nossos olhos e o que eu enxergo na Frida foi a sua capacidade de transformar a vida tumultuada que teve com estilo, em grandes, lindas e impactantes obras de arte.

Nasceu em 6 de julho de 1907 na casa de seus pais, conhecida como Casa Azul (hoje um museu), em Coyoacán, na época uma pequena cidade nos arredores da Cidade do México.

Com apenas seis anos, a pequena futura artista contraiu poliomielite, a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofreu ao longo da vida. A poliomielite deixou uma lesão no seu pé direito, pelo que ganhou o apelido de “Frida Perna de Pau”. Passou a usar calças, depois longas e exóticas saias, que se tornaram uma de suas marcas registradas.

Como diz a célebre frase, “Deus escreve certo por linhas tortas”: Frida não começou a pintar cedo. Ela não estava especialmente interessada na arte como uma carreira. Mas eis que um grave acidente (um bonde, dentro do qual ela estava, chocou-se com um trem. O para-choque de um dos veículos perfurou as suas costas e atravessou sua pélvis, causando uma grave hemorragia) deixou-a entre a vida e a morte, muitos meses no hospital, e ela teve que ser operada em diversas partes do corpo e se reconstruir por inteira, já que estava toda perfurada. Foi obrigada, por isso, a usar coletes ortopédicos de materiais diferentes, e ela chegou a retratar alguns deles (como o colete de gesso da tela “A Coluna Partida”).

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Danielle Gurgelcarioca, sagitariana e é sócia fundadora do Club Jardins.
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Cultura | Wonder Women! The untold history

Quando você pensa em um super-herói, qual o primeiro nome que vem à sua cabeça? Neste vídeo – que complementa essa semana inteiramente dedicada a mulheres superpoderosas aqui no Plush Blush – podemos ver um aperitivo do documentário Wonder Women! The Untold Story of American Superheroines.

O documentário, que estreia agora em março, promete analisar profundamente a ascenção da mulher na sociedade e a relação com a cultura popular, falando apenas sobre as heroínas dos quadrinhos, cinema e TV. Iniciativa da produção independente Vaquera Films, dirigida por Kristy Guevara-Flanagan.

Afinal, quais as consequências para as mulheres quando elas são fortes e as protagonistas de suas vidas? O exemplo são os traços da fascinante evolução e todo o legado da .

O roteiro parte do surgimento da super-heroína da história em quadrinhos em 1940 até os o sucesso estrondoso da série televisiva, discutindo como representações populares de mulheres poderosas costumam refletir as ansiedades e dilemas sobre a liberação e independência feminina, além da origem do feminismo nos Estados Unidos e da explosão do movimento nos anos 70.

Quem participa: Lynda Carter (a Mulher-Maravilha do seriado), linda como sempre, a jornalista Gloria Steinem (a quem se atribui a “volta às origens” da Mulher-Maravilha nos quadrinhos depois de uma fase como espiã nos anos 1970), o quadrinhista George Pérez (responsável por uma das melhores fases da personagem nos quadrinhos, nos anos 1980) e Gail Simone (primeira roteirista da Mulher-Maravilha nos quadrinhos). Lindsay Wagner, atriz do seriado A Mulher Biônica, escritoras e outras artistas também foram entrevistadas.

O documentário promete. Não deu vontade de assistir? ;)

Você também pode gostar deste post: A mitologia por detrás da Mulher Maravilha.

Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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Cultura | A herança de Lina Bo Bardi ao Brasil

Sempre tive profunda admiração pela de . Quem não conhece o museu mais importante da América Latina e um dos maiores ícones da cidade de São Paulo, o MASP na Avenida Paulista? E o Sesc Pompéia? Estes foram alguns dos bons projetos que a arquiteta e artista plástica italiana naturalizada brasileira deixou para o nosso país.

Foi aos 32 anos, em 1946, que a então italiana Achillina Bo Bardi chegou ao Brasil acompanhada de seu marido Pietro Maria Bardi. O casal traumatizado pela destruição que a II Guerra Mundial causou em sua cidade natal, Milão, se encantou imediatamente com a beleza natural do Rio de Janeiro. Mas foi em São Paulo que resolveram ficar. Read More

Melina Reisé arquiteta, curiosa e compulsiva. Amante de boas ideias, ousadia, bom gosto e proatividade!
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Política | Lady Di e Iron Lady

E hoje, no dia que falamos de política, não poderíamos deixar de lembrar de duas mulheres que fizeram história na Inglaterra – e no mundo: , a querida , e a , ou Dama de Ferro, a ex-Primeira Ministra britânica . Com personalidades tão diferentes, uma delas vivendo um (curto) conto de fadas na monarquia britânica e inspirando toda uma nação, e a outra tendo se tornado a primeira mulher a ocupar o cargo de Primeira Ministra e governado, de fato, o seu país, essas duas mulheres têm inegável peso e importância.

Comecemos com Lady Di, nascida como a aristocrata Diana Frances (em primeiro de julho de 1961) e depois transformada em , a Princesa de Gales, ao se casar com o Príncipe Charles na St. Paul Cathedral, em uma das celebrações mais esperadas, acompanhadas e festejadas da Inglaterra, em 29 de julho de 1981 – frenesi parecido com o que vivemos recentemente quando seu filho, o Príncipe William, casou-se com a plebéia Kate Middleton (hoje Duquesa de Cambridge). A união de William e Kate, aliás, aconteceu no ano em que Charles e Diana completariam 30 anos de casamento, se o tal conto de fadas tivesse conhecido o seu happily ever after.

Uma curiosidade: entre os 3500 convidados para a cerimônia de Charles e Diana, estavam Camilla Parker e seu então marido Andrew. Já existiam rumores, desde aquela época, de inclinações românticas de Charles para Camilla, o que parece ter causado muito sofrimento a Lady Di, mesmo antes de se casar.

A bela, que sempre demonstrou sensibilidade para artes, talento para a música (como pianista e cantora amadora), a dança (o ballet foi uma paixão na sua infância e juventude) e os esportes (tênis, natação, hockey e até salto ornamental), estudou na Suíça, no Instituto Alpin Videmanette, uma escola para moças com aulas de francês, etiqueta, costura, culinária e esqui. Embora sempre tenha sido reservada, quando Princesa tornou-se referência de moda, beleza e elegância no mundo tudo, e sempre foi muito popular.

Mas fez diferença mesmo ao exercer, ativamente, trabalho social e humanitário, engajada em iniciativas contra a AIDS e contra as minas terrestres. Muitos não sabem que Diana já foi também professora de jardim de infância antes de se tornar princesa e sempre gostou muito de crianças. Teve dois filhos, herdeiros da família real, os Príncipes William e Harry.

O casamento, no entanto, não foi o que se esperava. Solitária e infeliz, Diana pode ter vivenciado períodos de depressão e anorexia em razão da frustração com sua vida ao lado Charles. Rumores de adultério terminaram em divórcio, oficializado em 1996 (o ex-casal anunciou a separação em 1992), que foi chocante para os costumes da nobreza britânica, especialmente pra rainha Elizabeth II. Mas Diana enfrentou tudo de cabeça erguida.

A diva, infelizmente, teve sua vida interrompida precocemente, quando em 31 de agosto de 1997, uma perseguição de paparazzi terminou em um trágico acidente em Paris, que também matou seu então namorado, o empresário Dodi Al Fayed (ao lado de quem Diana parecia estar finalmente feliz).

Seu funeral foi acompanhado no mundo todo por mais de 2,5 bilhões de pessoas: a chamada “” (apelido dado por Tony Blair) já havia se tornado imortal para todos nós.

Assista abaixo a um mini documentário do Biography Channel sobre Diana:

Imagem de Amostra do You Tube

Para saber mais, recomendo o livro “Diana: Her True Story in Her Own Words“, de Andrew Morton.

E agora a outra dama inglesa, que voltou a ser assunto recentemente: Margaret Thatcher, uma das mulheres mais poderosas (e polêmicas) do século XX.

Thatcher nasceu Margaret Hilda Roberts, em 13 de outubro de 1925, e sempre teve um currículo escolar admirável, o que a levou a ser aprovada com bolsa de estudos na Universidade de Oxford, onde se formou antes de entrar pro Partido Conservador. Thatcher, hoje com 88 anos, sofre de Mal de Alzheimer e já não pode compartilhar suas histórias e experiências com o mundo. No entanto, a memória de sua determinação e de seu pioneirismo vai continuar pra sempre como exemplo, mesmo para aqueles que não concordam com o seu governo rígido e com a austeridade das suas decisões políticas.

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Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
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Política | A representação feminina na mídia

É muito fácil escolher um dia do ano para se homenagear as mulheres. Dar flores, elogiar, dizer palavras bonitas. Mas vamos cair na real: vivemos numa sociedade machista, que paga salários inferiores a nós mulheres, que implica com a nossa presença no trânsito, que nos submetem a julgamentos e rótulos por causa da roupa que vestimos, da cor do nosso cabelo, da profissão que escolhemos. Se nos assediam, a culpa é nossa porque “provocamos”. Somos taxadas de “amélias”, “cachorras”, “sexo frágil”. Somos expostas e definidas por nossos corpos, como se tudo que nos valesse fosse a juventude e a aparência. Elevam algumas de nós ao duvidoso status de “objeto de desejo”, para depois vir alguém apontar, dizendo “aquela é outra que é pra casar”.

Por isso acredito que toda mulher deveria pelo menos neste dia refletir sobre o quanto de misoginia a cerca e o quanto ela própria acaba adotando desse comportamento machista sem perceber. Muitas podem até alegar que não, que são cercadas por pessoas que as valorizam e dizer que não sofrem preconceitos. Mas basta ligar a TV, abrir o jornal. Quantas vezes a imagem feminina não é explorada e sexualizada? Quantos programas que se destacam porque ridicularizam nossa inteligência e a aparência das já não tão jovens ou das que estão fora dos “padrões” de beleza?

O sexismo e a exploração da imagem feminina aparece até em material publicitário de marcas famosas


Essas questões são de extrema importância e, ainda bem, tem sido discutidas por pessoas que tem tentado mudar esse quadro e conscientizar a sociedade de que a mulher é sim tão capaz quanto o homem, além de ser bonita do seu próprio jeito, em sua individualidade. Exemplo disso é o movimento
“MissRepresentation.org”, resultado do documentário de mesmo nome, produzido pela atriz Jennifer Siebel Newsom (Mad Men e Numb3rs), sobre o qual a updater Joana postou há alguns meses aqui no Plush Blush. Apoiado por personalidades como Condoleezza Rice, Oprah Winfrey e Jane Fonda, o documentário aborda questões referentes a como a mídia limita a representatividade feminina, disseminando o conceito de que o valor da mulher é definido pela aparência, jovialidade e sensualidade – e como isso condiciona a ambição das mesmas. Read More

Cinthia Pascuetoé moça do interior, jornalista em terras cariocas e cheia de sorrisos.
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Política | Oprah Winfrey e o american dream

Oprah Winfrey é uma verdadeira Cinderela de ébano. Sua história de vida, marcada por fatos trágicos e por grandes conquistas prova por A mais B que o chamado “sonho americano” é possível. Ranqueada como a afroamericana mais rica do século XX, a negra filantropa mais importante da história da América e, por um tempo, a única bilionária negra, Oprah Winfrey é a mulher mais influente do mundo.

Com 58 anos e uma carreira de mais de 25 anos à frente do programa mais assistido de todos os tempos, Oprah segue atualmente como uma das mulheres mais amadas do planeta, e é uma das formadoras de opinião mais importantes dos Estados Unidos e claro, de todo o mundo. Foi também a primeira afrodescendente a integrar o seleto grupo de mais ricos da revista Forbes.

Não é à toa que seu apoio explícito ao ex-senador democrata Barack Obama em 2008 foi fundamental para eleger o atual presidente da maior superpotência do mundo. Durante a campanha, cerca de 19 mil pessoas se reuniram em Iowa para ouvir o discurso político de Oprah em 2007, num dos comícios mais lotados da eleição mais acirrada dos últimos tempos. Dá para entender direitinho porque ela é uma das personalidades mais influentes do século XX.

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Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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Política | A mulher que deu nome e vida à Lei Maria da Penha

Uma das leis mais comentadas dos últimos tempos, essencial para nós mulheres, recebeu o nome de em homenagem a uma grande mulher: a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, nascida em 1945 no Ceará, que sempre se dedicou em mostrar para a sociedade como é importante proteger as mulheres de uma das formas de violências mais cruéis e menos declaradas, aquelas sofridas dentro de seu próprio lar ou praticada por seu companheiro.

Maria da Penha foi ela mesma vítima dessa violência covarde ao receber um tiro enquanto dormia, proferido pelo seu então marido, que depois tentou acobertar o crime e alegou que o disparo havia vindo de um ladrão. Maria da Penha ficou paralítica e continuou refém das agressões do marido, que tentou mais uma vez assassiná-la, dessa vez com eletrocução. Foi então que ela reuniu forças e conseguiu uma autorização judicial para deixar sua casa acompanhada de suas três filhas. Se Maria da Penha conseguiu salvar sua vida, de outro lado, agora estava paraplégica, condenada a uma cadeira de rodas para sempre.

Mas isso não a impediu de continuar lutando por justiça e, sete anos mais tarde, seu ex-marido foi condenado, mas a batalha não terminava aí. A defesa conseguiu a anulação, e só 13 anos depois de ter recebido o primeiro tiro é que Maria da Penha o viu realmente ser penalizado, com sentença de 10 anos de prisão. Na prática, seu ex-marido ficou apenas 2 anos preso, em regime fechado, e permanece solto.

Inconformada, Maria da Penha, com o apio de ONGS e Comissões,  recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). O caso teve repercussão internacional e ganhou a atenção das autoridades, tendo sido considerado, pela primeira vez na história, não apenas como tentativa de homícidio ou lesão corporal grave, mas também como violência doméstica. Read More

Danielle Gurgelcarioca, sagitariana e é sócia fundadora do Club Jardins.
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Tirinhas | Pequenas frases de grandes mulheres: Lady Di

Leticceé ilustradora, tímida, ganha a vida como diretora de arte e é especialista em criar assunto sobre o nada.
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Artes | Mademoiselle Coco Chanel

Como falar em moda sem pensar em Gabrielle Bonheur (), fundadora da marca francesa que é símbolo de elegância clássica, a Maison Chanel?

Nascida em Paris, em 19 de agosto de 1883, em um abrigo pra pobres, Gabrielle fazia parte de uma família numerosa e humilde: tinha quatro irmãos e seus pais eram ex-camponeses, que foram obrigados a deixar a região que viviam, nas proximidades de um bosque de castanheiras na Cévennes, por conta da praga da ferrugem.

Mas não foram exatamente as dificuldades financeiras que realmente marcaram sua vida e sim a perda prematura da mãe, acometida pela tuberculose. O pai, que trabalhava como feirante na época, não teve condições de cuidar das três filhas e as enviou pra um internato. Foi lá que Gabrielle aprendeu a costurar e começou os primeiros capítulos de uma história revolucionária, marcada também por seus romances com políticos, milionários e descendentes da nobreza. Mas foi em 1910 que ela conheceu aquele que é tido como o grande amor de sua vida: o magnata inglês Arthur Capel, que a ajudou abrir sua primeira loja de chapéus em Paris e morreu pouco tempo mais tarde, em um acidente de carro. Mais de dez anos depois, quando já era uma estilista famosa, ela se apaixonou por Dmitri Pavlovich, um príncipe russo falido, que a inspirou na criação de roupas com bordados  do folclore russo.

Seu estilo influenciou o mundo todo e Chanel é reconhecida por ter implementado calças, assim como outros elementos até então do universo masculino, no vestuário feminino. O que dizer de suas pérolas e de seus tailleurs, que vestiram personalidades como Jackie Kennedy, de seus perfumes (como o Chanel N° 5, sucesso absoluto desde seu lançamento) e de suas bolsas (como a 2.55, um clássico atemporal)?

É dela a frase “O luxo tem que ser confortável ou não é luxo”, entre tantas outras que eu adoro.

Você sabia que o apelido Coco (“queridinha”) foi adotado quando ela se apresentava em cafés, cantando (no começo dos anos 1900)? Gabrielle também foi bailarina e se aventurou no teatro, antes de se coroar como grande estilista e construir esse legado divisor de águas para a moda feminina.

Outra curiosidade interessante: a mulher com o sobrenome que hoje é consagrado foi registrada como “Chasnel” – se foi um erro do cartório ou se a família alterou o sobrenome depois, para que soasse melhor, eis o mistério.

Para conhecer mais sobre a vida da mulher por trás do ícone, uma das maneiras mais prazerosas é através do filme “” (“Coco Avant Chanel”, 2009), no qual a ótima atriz é Coco, em uma elogiada interpretação:

Imagem de Amostra do You Tube

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Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
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