Homenagem | Thank You Mom!

Este lindo vídeo traz depoimentos de pessoas reais contando porque gostariam de agradecer as suas : lições de vida, inspirações, broncas, conselhos, experiências vividas… o mini documentário, filmado em New York, demonstra, através desse mosaico, um pouco do que significa a .

Sobre a ideia, o criador Michael Marantz diz: “Just in time for Mothers Day, we went around New York City asking real people on the street to say thank you to their mothers. So many terrific responses, some unexpected, some adorable, all brought a huge smile to my face. Thanks Reggie Watts for being in the video.”

E você, já agradeceu a sua mãe hoje? ;)

Feliz dia das mães a todas mulheres que são mães, às que desejam ser e às que não têm ou terão filhos, mas são mães de seus sobrinhos, afilhados, gatos, cachorros, amigos, projetos e até mesmo de seus pais.

A maternidade é vivenciada de maneiras diferentes por cada mulher e todas essas formas merecem ser celebradas, como nós tentamos fazer um pouquinho aqui nessa nossa Especial do Plush Blush. ♥

Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
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Cultura | Mães Históricas

A figura materna é representada com destaque nas manifestações culturais e religiosas de nossa sociedade ao longo da história. Das mitologias à Bíblia, podemos perceber a importância e reconhecimento conferidos às : mulheres fortes, de atitude, dedicadas, abnegadas, que desafiam suas realidades em defesa de seus filhos. Vamos relembrar algumas delas?

Muito antes do Olimpo

Já na Grécia Antiga, predominava a crença politeísta formada por um panteão de deuses, semi-deuses, heróis e criaturas fantásticas. De acordo com a grega, tudo tem início com o Caos, do qual se originam as primeiras divindades: Eros, do amor universal; Tártaro, da escuridão primeva; Érebo, a escuridão profunda; Nix, a noite; e Gaia, personificando a Terra. Gaia representa a figura materna primordial, que deu forma ao Caos e originou a Urano (representa o céu estrelado) sem intermédio masculino. Unidos por Eros, Urano fecunda Gaia, gerando 12 titãs, além de Cíclopes e Hecatônquiros, e os aprisiona em seu ventre. O mais novo dos titãs, Cronos, revolta-se contra o pai e, com uma foice produzida nas entranhas de sua mãe, o castra e liberta a todos os seus irmãos.
Mas engana-se quem pensa que Cronos foi diferente de seu pai. Ele torna-se rei dos titãs e casa-se com sua irmã Reia. Mas assim que seus filhos – os primeiros deuses olímpicos: Héstia, Deméter, Hera, Hades, Posêidon e Zeus – nascem, ele os devora, com medo que algum deles os destronasse. No entanto, Reia consegue proteger Zeus, dando a Cronos uma pedra enrolada em tecido no lugar do filho. Ele e Cronos entram em guerra pelo trono dos deuses e, com a ajuda dos Cíclopes, Zeus sai vencedor e obriga o pai a vomitar seus irmãos.

O Panteão de Aasgard

Quem assistiu o filme “Thor”, o herói e deus do trovão da mitologia nórdica, aprendeu um pouquinho sobre a lenda de Aasgard e as crenças pré-cristãs dos povos escandinavos. Mas como devem ter reparado, os papéis femininos não recebem tanto destaque quanto os grandes deuses-guerreiros na mitologia nórdica. Tanto, que a única figura materna de Aasgard é Freyja, esposa de Odin e Rainha do céu, com conhecimento do futuro dos deuses e dos homens.
Freyja acumula várias “funções”: é a deusa da fertilidade, do casamento, da família, do destino e das crianças, além de ser considerada a Grande Mãe dos povos nórdicos. Como sorte nunca é demais, fica mais uma dica para as moças casadoiras: sexta-feira é o dia da semana dedicado à Freyja, uma boa data para subir ao altar.

Ísis, mãe do Sol

A representação maternal na mitologia egípcia fica a cargo de Ísis, protetora da natureza e da magia. Ísis deu luz ao Sol, representado por Horus, sendo considerada a deusa da , da simplicidade e da fertilidade.
Diz a lenda que as cheias do Nilo são as lágrimas de tristeza pela morte de Osíris, seu marido, morto por seu irmão Seth, a quem a deusa ressuscitou com sua magia. Ela também é conhecida como deusa das crianças, “de quem todos os começos surgiram” (ajudinha da Wikipedia!).

A deusa-mãe hindu

Está achando muito complicado entender as relações divinas das mitologias acima? É porque você ainda não conhece a crença hindu. Para o hinduísmo, Aditi é a deusa-mãe que representa o céu, o inconsciente, o passado, o futuro e a fertilidade. Sabe aquela história que na Índia a vaca é sagrada? Pois bem, é porque esse animal representa Aditi. Ela é a mãe dos deuses hindus e, para confusão maior, algumas obras a citam como mãe de Daksha, o deus criador ancião, e outras como filha dele – como se tivessem nascido um do outro. Ela é considerada a protetora dos castelos e, como a maioria das deusas maternais, das crianças.

Muitos outros povos tem em sua mitologia a figura feminina, maternal, como princípio das coisas. Astarte, No Oriente Médio, representa a soberana do mundo, que eliminava o velho e gerava o novo; Nu-Gua, para os chineses, é a deusa criadora da humanidade, representando a ordem e a tranquilidade; Amaterazu, a deusa japonesa do Sol, é de quem descendiam os imperadores; na América pré-colombiana, Tlauteutli para os astecas e Ix Chel para os maias, encarnavam o mito da criação.
Cada cultura, a seu modo, destacou, homenageou e reverenciou a importância do papel feminino e principalmente materno na humanidade. Não precisamos mais levantar estátuas ou fazer sacrifícios para essas representações femininas, mas é muito bacana nos inspirarmos nessas homenagens mitológicas à maternidade para repensar o quanto temos sido agradecidos àquelas que nos carregaram nove meses na barriga, nos deram à luz, nos criaram com todo amor e carinho, não é mesmo? ;)

Mães da Bíblia
Como fui criada em lar cristão, cresci lendo e ouvindo passagens da Bíblia que tem um significado especial pra mim. Entre elas, a história de duas mães me chamam a atenção: Joquebede e a princesa Merris (como em alguns textos não-bíblicos é chamada a filha do Faraó), respectivamente as mães biológica e adotiva de Moisés. Ainda que muitas pessoas não acreditem nessa história, são lindos exemplos de amor materno.

A história de Moisés é comum ao Cristianismo, Judaísmo e Islamismo. Ele é considerado um dos grandes líderes religiosos, além de patriarca, profeta e santo do Antigo Testamento. De acordo com a Bíblia, Moisés foi o escolhido de Deus para libertar o povo judeu da escravidão e guiá-lo na fuga do Egito para a Terra Prometida, além de ter recebido as Tábuas da Lei de Deus, com os 10 Mandamentos. No entanto, para Moisés ter chegado a ser o líder que foi, precisou da coragem de sua mãe biológica Joquebede e de sua mãe adotiva, a filha do Faraó, para protegê-lo quando ainda era recém-nascido. Naquela época, estima-se que por volta de 1510 a. C., uma lei faraônica impunha aos escravos a morte de todos filhos recém-nascidos do sexo masculino, para controlar o crescimento da população israelita em seu reino. Joquebede tinha acabado de dar à luz a um menino e na tentativa de salvá-lo, acomodou-o em uma cesta e a colocou no rio, pois sabia que a princesa se banhava perto dali e poderia protegê-lo. Foi o que aconteceu: a filha do Faraó encontrou a criança e, desafiando a ordem de seu pai, adotou o menino israelita e mandou chamar uma escrava para cuidar dele, tendo sido a própria Joquebede a se apresentar para a tarefa.

Cinthia Pascuetoé moça do interior, jornalista em terras cariocas e cheia de sorrisos.
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Cultura | Madre Teresa de Calcutá

Quando se fala em a imagem que vem a mente é  da senhora, com rosto marcado por rugas, ajudando pobres pelas ruas da cidade indiana que carregava no nome. Considerada a “mãe dos pobres mais pobres”, Madre Teresa, cujo nome verdadeiro era Agnes, sempre foi a imagem de uma mulher forte e perseverante. Mas o que poucos sabem é que sua vocação missionária veio de outra figura igualmente determinada: sua mãe, Dranafile Bojaxhiu. Read More

Ericka Cunhaé jornalista e carioca, amante de futebol, Fernando Pessoa, Chico Buarque e claro, Dolce & Gabbana, porque ninguém
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Cultura | Marisa Baby Look

Viram que linda a homenagem da Marisa? É de mulher para mulher, mas emociona homens também, mesmo um que ainda não é pai, mas é apaixonado pelas afilhadas e criançadas em geral… (e lembro muito bem da minha mama grávida de uma certa mocinha aí).

Gustavo Giglioé Updater / é de marketing / é da música / é da Guinness
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Tirinhas | Mães princesas: Pocahontas

Ela não vai ficar brava, nem se for no sofá branco novo.

Leticceé ilustradora, tímida, ganha a vida como diretora de arte e é especialista em criar assunto sobre o nada.
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Cinema | Tudo Sobre Minha Mãe

Tudo Sobre Minha Mãe“, um dos meus filmes preferidos, de um dos meus diretores preferidos, já é um clássico e não poderia ficar de fora da nossa Semana das aqui no Plush Blush.

Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e da Palma de Ouro em Cannes de Melhor Diretor, “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999) é todo construído em volta do tema e de personagens femininas fortes, sejam mulheres ou homens.

Tudo com o colorido – estético e emocional – que só é capaz de nos trazer.

Fazer uma sinopse de um filme do grande diretor espanhol é sempre cometer uma injustiça, mas aqui vai uma tentativa: Manuela () é uma mãe solteira que vive em Madrid e vê seu único filho, Estebán, morrer no aniversário de 17 anos, quando vai tentar conseguir um autógrafo da atriz Huma Hojo (), de quem é fã. Devastada com sua perda, Manuela vai à Barcelona para encontrar o pai do rapaz, um travesti chamado Lola, que não sabia da existência do filho. Nessa jornada, Manuela reencontra sua amiga, o travesti Agrado (), e conhece Rosa (), uma jovem freira que está grávida e é portadora de HIV.

Essas histórias se cruzam e nos trazem alguns dos diálogos mais inteligentes e comoventes do Cinema, com direito a referências e homenagens a grandes clássicos, como “” (“All About Eve”, 1950) – outro dos meus filmes preferidos de todos os tempos. E um elenco de tirar o fôlego, que está excepcional.

O título do filme é o título do caderno no qual Estéban escrevia a sua história.

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Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com
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Cinema | Flordelis: a mãe de todos

“Mãe é quem cria.” Talvez nunca essa frase tenha se aplicado de forma tão perfeita como no caso de dos Santos de Souza. A história de amor e solidariedade desta mulher foi retratada em um filme lançado em 2009. “Flordelis – basta uma palavra para mudar”, dirigido por Anderson Corrêa e Marco Antônio Ferraz, conta as dificuldades enfrentadas por Flor no simples intuito de exercer a e cuidar dos seus 50 filhos. Isso mesmo, 50. Quatro biológicos e 46 adotados. Carioca, nascida e criada na favela do Jacarezinho, Flordelis vivenciava diariamente as dificuldades e tragédias da população a quem chamava de vizinhos.

Comovida ao presenciar o desespero das que perdiam seus filhos para o mundo do crime, tomou uma decisão complexa e perigosa. Resolveu se infiltrar no grupo de jovens da comunidade que trabalhavam para o tráfico. O objetivo era conquistar a amizade deles e convencê-los a abandonar essa realidade. Enfrentou ameaças de traficantes a ela e à família, mas não entregou os pontos.

Um dia atendendo à suplica de uma mãe, cujo filho dependente de drogas havia fugido de casa, Flor tomou o primeiro passo que mudaria de vez a sua vida. Foi em busca do rapaz nas imediações da Central do Brasil e acabou encontrando uma jovem que havia jogado a filha de menos de um mês no lixo. Levou as duas para casa, contudo a jovem resolveu voltar às ruas, deixando a bebê, Raiane, aos cuidados de Flor. Em 1994, após uma chacina na Central, a mesma jovem bateu à porta de Flordelis, com ela estavam 37 crianças que conseguiram fugir do atentado. Nesta época além dos três filhos biológicos e da menina Raiane, ela também cuidava de cinco rapazes que havia salvado do tráfico. E mesmo morando numa casa de apenas dois quartos, Flor recebeu todos os que tinham pedido amparo. Mais que proteção e alimento, deu a todos eles amor. Amor de mãe. Read More

Ericka Cunhaé jornalista e carioca, amante de futebol, Fernando Pessoa, Chico Buarque e claro, Dolce & Gabbana, porque ninguém
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Cinema | As mães modernas e os valores maternais clássicos

Sou do time das mulheres que sempre sonhou em ser mãe. Quando era adolescente decidi que teria o meu primeiro filho aos 25 anos. Assim mesmo, super decidida. Bom, hoje estou prestes a fazer 26 e embora enlouqueça toda vez que vejo um bebê ou passo por uma loja de roupa infantil, resolvi desacelerar. É que assim: Na minha idade as mulheres modernas querem uma carreira (que está começando), drinque com as amigas no final de semana e um namorado fofo e companheiro para abraçar. São tantos planos e tanta correria que não sobra tempo para filho por agora.

Esse é um dos males da vida moderna: O papel que nós mulheres exercemos no mercado de trabalho cresceu e com ele mais responsabilidades chegaram. Mulher moderna tem que aprender a administrar a vida profissional e o papel de mãe exemplar com a mesma destreza. Vejo pelas minhas amigas mamães que essa é uma tarefa que está longe de ser fácil. Requer muita dedicação e uma boa dose de sacrifícios, mas nunca vi ninguém reclamar ou se arrepender de ter dado à luz um picorruxo.

Claro que por ser um assunto tão recorrente, já existem muito filmes a respeito, mas poucos retratam tão bem o cotidiano de x trabalho quando o fantástico, hilário e cruel , de .  Nele, a chefe de polícia Marge Gunderson () fica encarregada de solucionar um crime bem, digamos, incomum na homônima cidade do estado da Dakota do Norte. Detalhe: Marge está gravidíssima, com sete meses de gestação e ainda trabalhando ativamente.

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Joana Gama Filhodança na ponta dos pés, não dorme antes de ler e não vive sem escrever.
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Cinema | Quando o calor do amor vence o gelo do Polo Sul

. Mulheres que defendem suas crias como leoas selvagens. Amor incondicional. Entrega e plenitude.

Mesmo não sendo “mãe”, sou “cria” e por isso, sinto e faço parte dessa relação.

Há alguns anos, assisti ao belíssimo documentário que se chama . Assisti em casa. Numa singela TV de não muitas polegadas, mas posso afirmar que me senti num filme de tecnologia 3D, ultrapassando as sensações imensuráveis como o extraordinário “A Invenção de Hugo Cabret”.

Fiquei anestesiada. Extasiada. Tocada e comovida.

Aprender sobre o encontro dos Pinguins Imperadores com o intuito de acasalar, gerar e assim garantir a perpetuação da espécie foi muito importante para o meu registro de inconsciente “histórico – animal”. No entanto, o que nunca mais abandonou as minhas melhores recordações desse filme, foi a relação surpreendente entre as fêmeas pinguins e seus filhotes durante o processo da gestação.

O processo funciona da seguinte forma: depois de colocarem os ovos, as mães os passam com muito cuidado aos pais. Se, eventualmente, o ovo tocar no chão gelado, o líquido que o envolve pode congelar e fazer com que a cria nunca chegue a nascer. Depois da “meticulosa” troca, as pinguins fêmea voltam para trás, separam-se dos ovos em busca de comida para depois dar aos filhotes nascidos.

Ao fazerem esta busca cheia de obstáculos sofrida ao longo de dois meses, as pinguins fêmea iniciam uma marcha chamada “A Marcha do Crepúsculo”.

Nesse momento do documentário, escutamos a narração: “Chegamos. Enfim, o oceano. A mesa está posta nas profundezas do azul. Nossos bebês nos aguardam famintos”. Read More

Danielle Gurgelcarioca, sagitariana e é sócia fundadora do Club Jardins.
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Cinema | Toda mulher sonha em ter filhos?

Jennifer Lopez, Cameron Diaz, Elizabeth Banks, Anna Kendrick e Brooklyn Decker formam um elenco de grandes estrelas no filme “O que esperar quando você está esperando”, comédia romântica que mostra as dores e as delícias de cinco mulheres, de perfis diferentes, que serão mamães de primeira viagem. Assista o trailer aqui.

Enquanto no filme todas estão no mesmo barco, esperançosas e muito felizes, o que as atrizes pensam sobre gravidez e filhos? Em entrevista à revista RedBook, J.Lo, Cameron Diaz e Elizabeth Banks mostraram a realidade de muitas de nós. Três mulheres talentosas com opiniões diferentes sobre a e a obrigação que a sociedade impõe sobre o temível “despertar do relógio biológico“:

“Tenho certeza que muita gente esperava que eu já teria tido um filho com minha idade. Mas não é o que eu queria da minha vida até agora. Nós ainda vivemos em um mundo em grande parte chauvinista. Algumas pessoas se colocaram dentro de uma caixa, e quando você vive fora dela, os torna desconfortável; eles têm de olhar para si mesmos e questionar as suas próprias escolhas.” – Cameron Diaz (39).

“Meu santuário é minha banheira. Esse é realmente o único tempo para mim mesma. É geralmente em torno de 15 ou 20 minutos, mas para mim, esses minutos são como o céu na terra. Às vezes eu até faço uma pequena prece, enquanto eu estou lá. Algo como “Senhor, me ajude a passar por este dia!” – Jennifer Lopez (42), mãe de gêmeos.

“Eu definitivamente não acho que [você tem que esperar para] uma hora certa. Quero dizer: Por que esperar? Os chineses acreditam que se você tiver um bebê, tudo o que você desejou vem ainda melhor. Apenas faça, e faça dar certo.” – Elizabeth Banks (38).

Falando nisso, o que pensa sobre o assunto? Ainda acha que mulheres como Cameron Diaz, Liz Banks, Jennifer Aniston e tantas outras que beiram os 40 (ou não), ainda devem ser questionadas sobre gravidez? Ter filhos, ter sem querer, querer e não ter, ter e dar para adoção… afinal, qualquer uma dessas escolhas está livre de conflitos, angústia ou satisfação?

Essa questão que colocamos aqui tem o mesmo mote de um manifesto incrível [leia aqui], criado pela revista TPM: “Você é livre? Mesmo?”.

Se você quer ter filhos, parabéns. Se você não quer, parabéns também.

Fica aí a nossa pergunta. Se a liberdade é ser a mulher que você quer (pode e deve) ser, então fala para a gente: você é livre?

Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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