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	<title>Plush Blush - Update or Die &#187; Devaneios de Fran</title>
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	<description>O lado feminino do update or Die</description>
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		<title>Até mais, querido</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 14:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Podia apenas escrever: querido Verão, muito obrigada por tudo, você foi incrível. Mas, embora eu realmente quisesse apenas agradecer e aceitar o fim numa boa, ainda tinha muito a dizer. Não sou de aceitar nenhum fim numa boa. O que eu queria de verdade era chamar o Verão num bar, pedir um Cosmopolitan bem geladinho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a href="http://plushblush.updateordie.com/2013/03/20/ate-mais-querido/dc99ce1556ebb670b6e94f3cf30f483d/" rel="attachment wp-att-28125"><img class="aligncenter size-full wp-image-28125" alt="dc99ce1556ebb670b6e94f3cf30f483d" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2013/03/dc99ce1556ebb670b6e94f3cf30f483d.jpg" width="640" height="640" /></a></p>
<p>Podia apenas escrever: querido Verão, muito obrigada por tudo, você foi incrível. Mas, embora eu realmente quisesse apenas agradecer e aceitar o fim numa boa, ainda tinha muito a dizer. <span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">Não sou de aceitar nenhum fim numa boa.</span></span><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p>O que eu queria de verdade era chamar o Verão num bar, pedir um Cosmopolitan bem geladinho e levar um papo delicioso com ele. Da cá um abraço, sabe?</p>
<p>Só que não dava mais tempo, ele tinha que ir.<span id="more-27919"></span></p>
<p>E descobri isso assim, de repente, depois de um fim de semana chuvoso na praia. Já passava de meia-noite quando cheguei em casa e mesmo cansada, decidi desfazer a mala para ser uma coisa a menos para o dia seguinte. Fui retirando item por item sem uso, e colocando tudo no lugar: dois biquínis, chapéu, Havaianas e quando peguei o protetor solar parei por alguns instantes.</p>
<p>Era só um protetor amarelinho fator 30 da Clinique, mas secretamente ele informava o fim de tudo para mim. Ficou encarregado de me trazer a notícia de que o Verão&#8230; (entra gesto de guilhotina). Bem, já não está mais entre nós.</p>
<p>Fiquei perplexa por alguns segundos: mas já?</p>
<p>Não tive como não lembrar de você e pensar que a última vez que a gente se falou ainda era Primavera.<br />
Passamos três meses inteiros sem uma palavra sequer. Quantas vezes escrevi e depois apaguei. Quantas vezes pensei e desviei. Quantas vezes tanta coisa e nada, enquanto uma estação inteirinha passava por nós.</p>
<p>Chorei um pouquinho, porque fiquei comovida quando lembrei que depois da nossa última conversa no fim da Primavera, tudo que eu tinha na vida era um verão inteiro pela frente, cheio de promessas e só.E nem sabia se podia confiar nele.</p>
<p>E agora a gente estava ali, num acerto de contas só nosso, confrontando tudo o que foi cumprido, do tanto que foi prometido, apenas com o protetor como testemunha.</p>
<p>Desejei que o verão fosse uma pessoa para eu dar um abraço bem apertado e agradecer por tudo.E que você, quem sabe fosse o Verão, para ter certeza que a gente vai se reencontrar um dia desses outra vez. E vou dizer tudo o que ficou faltando.</p>
<p>Abri o armário e guardei os dois biquínis, o chapéu, as Havaianas e o protetor.</p>
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		<title>Meu contador terminou comigo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 15:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Confesso com um pouco de vergonha (mas nem tanto) que não entendo absolutamente nada de Imposto de Renda. Malha fina para mim não passa de uma blusa de inverno mais leve e leão é aquilo que eu gostaria de ganhar em Cannes. Por aí, dá para se ter uma ideia da minha total incapacidade com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a href="http://plushblush.updateordie.com/2013/03/13/em-tempos-de-imposto-de-renda-meu-contador-terminou-comigo/desesperada/" rel="attachment wp-att-27918"><img class="aligncenter" alt="desesperada" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2013/03/desesperada.jpg" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Confesso com um pouco de vergonha (mas nem tanto) que não entendo absolutamente nada de Imposto de Renda. Malha fina para mim não passa de uma blusa de inverno mais leve e leão é aquilo que eu gostaria de ganhar em Cannes.</p>
<p>Por aí, dá para se ter uma ideia da minha total incapacidade com impostos e boletos. Mas em compensação, já li os sete volumes do famoso “Em busca do tempo perdido”. Mentira, não li todos. Só queria fazer um drama e provar que minha ignorância se limita ao campo financeiro e que meu contador podia ser considerado santo, se não fosse um diabo. E é essa história que vou contar. Acompanhem.</p>
<p>Já estávamos juntos há 5 anos, num relacionamento explosivo de brigas homéricas, com direito a telefone batendo na cara e tudo caminhando lentamente para acabar muito mal. Mas a gente sempre cai naquela velha história: “até achar outro”, <span style="color: #888888;">“<span style="color: #000000;">ruim com ele, pior sem ele”</span></span>. E fomos arrastando, mas a cada ano, na época da famosa declaração, as coisas pioravam um pouquinho. Ele coberto de razão pela minha total incapacidade de organização, mas trabalhado e esculpido numa grosseria de fazer inveja a um soldado russo com sede de vingança.</p>
<p>No começo, eu fingia ser organizada e ele fingia ser gentil (mas no começo a gente finge mesmo), até que chega uma hora que a verdade vem a tona, e somos obrigados a acertar as contas com o Leão. E nesse último acerto, as declarações não foram nada românticas e nosso relacionamento chegou ao fim. Ele farto dos meus esquecimentos constantes e eu entalada com tanta grosseria e descaso.</p>
<p><span style="color: #000000;">No meio de uma conversa ele fala “a gente precisa conversar”. Sabendo do eminente pé na bunda, me adiantei: “não tá dando mais, acho melhor eu achar outro” e uma última discussão aflorada coroou uma relação fadada ao fim desde o começo.</span></p>
<p>Desliguei o telefone e fiquei pensando sobre esse meu talento nato para fins complicados. Quer dizer, nem com o contador eu consigo terminar numa boa.</p>
<p>Mas de parabéns mesmo está a Receita Federal, por conseguir o que muitos tentaram: me por na linha. Não me convidem para mais nada, só voltarei a ter dinheiro em 2017. Minha única diversão a partir de agora será pagar impostos e terapia. Porque tomar um fora do contador é algo a se tratar num divã.</p>
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		<title>Dor tendência</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 20:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Nem o mestre Hitchcock conseguiu descrever uma cena de suspense tão boa, que supere a sensação de tocar no bolso e não sentir o celular. E se for iphone multiplique por cem essa emoção. O coração dispara, a boca seca e a musiquinha do filme Psicose começa a tocar na cabeça. É suspense seguido pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-24612" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/09/18/dor-tendencia/iphone/"><img class="aligncenter size-full wp-image-24612" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/09/iPhone.jpg" alt="" width="640" height="412" /></a></p>
<p>Nem o mestre Hitchcock conseguiu descrever uma cena de suspense tão boa, que supere a sensação de tocar no bolso e não sentir o celular. E se for iphone multiplique por cem essa emoção.</p>
<p>O coração dispara, a boca seca e a musiquinha do filme<span style="color: #000000;"> <span style="color: #808080;"><span style="color: #000000;">Psicose</span> </span></span>começa a tocar na cabeça.<span style="color: #000000;"> É suspense seguido pelo drama.</span></p>
<p>A incredulidade toma conta: <span style="color: #000000;"><strong>“não é possível”. </strong>M</span>as imediatamente cede lugar a esperança: <span style="color: #999999;"><span style="color: #808080;"><span style="color: #000000;"><strong>“vou achar”. </strong>E</span></span></span> segue em direção à tristeza: <strong><span style="color: #000000;">“já era”.</span></strong> Na balada porres curam na hora. Amigos se mostram muito solidários e ligam incansavelmente para o número que claro, só dá desligado. Depois da maratona, você já tá sóbrio e desiludido demais para continuar acreditando e aos poucos começa a aceitar os fatos e imaginar a vida sem ele.</p>
<p>Almoço sem foto no instagram? Balada sem foto compartilhada no Facebook? Que tristeza, o Twitter precisa saber disso. Mas não, sem o iphone acabou Twitter e esperar para postar do computador acaba com a magia. <strong>Praticamente acabou a vida. </strong>Afinal, viver sem postar cada passo, não faz muito sentido.<span id="more-24609"></span></p>
<p>Mas se para você, <span style="color: #000000;"><strong>dois mil reais é troco</strong></span> desconsidere esse texto é só comprar outro no dia seguinte e seguir com a programação normal. Embora eu ache que ninguém sai ileso disso, porque vai muito além da dor financeira, tem a dor emocional do fim de uma relação. De tudo que foi construído: milhares de mensagens fofas de What&#8217;sApp, centenas de aplicativos, fotos, filminhos.<span style="color: #808080;"> <strong>E por aí vai.</strong></span></p>
<p>A gente sabe que vai haver um próximo e tudo vai ficar bem, mas acreditem até  isso acontecer nada preenche esse vazio. Tentamos nos distrair com outros, mas quem já viveu esse amor não se contenta com menos nunca mais.</p>
<p>Comigo já aconteceu <span style="color: #808080;">(pasmem!)</span> quatro vezes. Em três delas taxistas bondosos devolveram porque eu tenho muita <span style="color: #808080;">(mas muita!)</span> sorte, só que abuso e na última <span style="color: #808080;">puf!</span> nunca mais. Nunca mais as mensagens, os filminhos, os aplicativos, nunca mais até o próximo, quando tudo começa outra vez. Perder iphone é como terminar um relacionamento: dói, dói, até não doer mais. <strong>Parece simples, mas quem já viveu isso sabe que não é!</strong></p>
<p>Então: Viva o <em>find my iphone</em>, quando funciona. Viva o seguro, quando existe e viva todo mundo que já passou por isso e hoje taí forte, recuperado e com história para contar. Não confio em quem nunca ouviu a música de<span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #808080;"><span style="color: #000000;">Psicose</span> </span>tocar na cabeça ao perceber que o seu amado já era. É uma perda que nos deixa mais humildes e atentos. <span style="color: #000000;"><strong>A gente cresce com ela.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong></strong></span>É o drama mais fútil e sincero que podemos viver em dois mil e alguma coisa.<img src="http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /></p>
<p>Quem já viveu essa emoção <span style="color: #808080;">(e superou!)</span> dá like ou compartilha.</p>
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		<title>Presságio Fashion</title>
		<link>http://plushblush.updateordie.com/2012/09/03/pressagio-fashion-4/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 21:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[calça florida]]></category>
		<category><![CDATA[doação de roupas]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Tá no manual do bom senso fashion que devemos nos desfazer daquilo que não serve mais. Não só no sentido de não servir porque não entra (isso também, claro) mas desapegar no sentido mais amplo.(Calma, não virei Hare Krishna e prometo chegar em algum lugar com esse blá, blá, blá!) Adoro fazer limpas no armário. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-24224" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/09/03/pressagio-fashion-4/278167714454458794_wr082uxo_f-8/"><img class="aligncenter size-full wp-image-24224" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/09/278167714454458794_wr082uxo_f7.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a></p>
<p>Tá no manual do bom senso fashion que devemos nos desfazer daquilo que não serve mais. Não só no sentido de não servir porque não entra<span style="color: #808080"> <span style="color: #808080">(isso também, claro)</span></span> mas desapegar no sentido mais amplo.<span style="color: #808080">(Calma, não virei Hare Krishna e prometo<strong> </strong>chegar em algum lugar com esse blá, blá, blá!)</span></p>
<p>Adoro fazer limpas no armário. Sempre acho que entro em comunhão com o universo e sinto que a energia muda no mesmo instante. Amém. Coisa da minha cabeça. Relevem. Dois dias depois eu choro arrependida.</p>
<p>Mas de uma maneira geral tenho muita facilidade para me desfazer, até porque sou meio desligada e perco muita coisa sem querer. Ex: tô andando com um casaquinho. Tiro porque tá calor. Nunca mais vejo o casaquinho. E isso acontece com tudo: maquiagens, elásticos, lenços, iphones &amp; pessoas.<span style="color: #000000"><strong>Perco amigos e casaquinhos com a mesma naturalidade</strong>. E t</span>alvez isso tenha me colocado num patamar privilegiado de desapego. <span style="color: #808080">(só um minuto que vou ali chorar no cantinho e já volto!)</span></p>
<p>Sei que, entre uma limpa e outra , uma peça em especial tive grande dificuldade para me desfazer: uma <a href="http://plushblush.updateordie.com/tag/calca-florida/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with calça florida">calça florida</a> bem antiga e bem linda.Várias vezes ela foi parar na pilha do <span style="color: #000000"><strong>“não serve mais”</strong> </span>e lembro de acordar no meio da noite para tirá-la de lá. Abraçava e devolvia para o armário, como se dissesse: ainda não!</p>
<p>E guardava em algum lugar escondida, não servia e não era básica a ponto de ir ficando sem ser notada. Uma hora eu ia ter que decidir o que fazer. Mas uma espécie de presságio fashion inviabilizava sua partida. E enquanto isso ela ia ficando.</p>
<p>Depois de anos colocando e tirando a calça da pilha de doações aconteceu uma coisa fofa. Minha intuição estava certíssima: as calças floridas voltaram soberanas para as passarelas e prometem ser o hit do verão.</p>
<p>Inevitável não transportar essa situação do armário para a vida real. Com pessoas acontece a mesma coisa. Muitas vão para a pilha do <strong>“não serve mais” </strong>e algumas confesso que tenho vontade até de chorar: <strong>como que você foi parar ai? </strong>Resgato desesperada as que posso e as que não posso, deixo ir. <span style="color: #808080">(em alguns casos com certo alívio em outros com uma tristeza enorme!)</span></p>
<p>Acho que a vida é como um closet lindo e lotado onde a gente tem que decidir quem fica e quem sai com a mudança das estações. Porque algumas pessoas são clássicas e para sempre, enquanto outras não passam de modinha boba de verão.</p>
<p>E usando a intuição a gente consegue entender o que deve ir e o que tem que ficar. No armário e na vida. Minha calça florida é um exemplo que, às vezes vale a pena não desistir de algumas peças. Nem de algumas pessoas. <img src="http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /></p>
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		<title>Casa TPM &#124; A dona de casa que não mora em mim</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 13:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Casa TPM]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Tpm]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Dentro de mim existem várias mulheres, mas definitivamente a dona de casa não está entre elas. Sempre achei que uma hora dessas ela pudesse aparecer para roubar a cena das outras e arrasar na cozinha preparando jantares incríveis para os amigos. E que esses, se rasgariam em elogios entre uma garfada e outra. - Que delícia, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-23778" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/08/08/casa-tpm-a-dona-de-casa-que-nao-mora-em-mim/pinup2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-23778" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/08/Pinup2.jpg" alt="" width="640" height="454" /></a></p>
<p>Dentro de mim existem várias mulheres, mas definitivamente a dona de casa não está entre elas.<br />
Sempre achei que uma hora dessas ela pudesse aparecer para roubar a cena das outras e arrasar na cozinha preparando jantares incríveis para os amigos. E que esses, se rasgariam em elogios entre uma garfada e outra.</p>
<p>- Que delícia, como você fez isso?<br />
- Tá de comer de joelhos.<br />
- Cozinhar é olho. Responderia orgulhosa.</p>
<p>Só que essa cena aí nunca rolou. O que escuto muito é: <span style="color: #000000;"><strong>como você conseguiu fazer isso?</strong></span> Mas não pelo lado muito positivo da coisa. E ficou claro que tudo não passava de um grande devaneio quando um dia desses, saí para comprar um fogão e voltei com o casaquinho de paetês. Mas que fique claro, não era um casaco qualquer, era um rosa envelhecido quase raro de tão lindo. E a linha de absolvição que segui foi: <span style="color: #000000;"><strong>e se eu nunca mais achar um dessa cor? </strong></span><span style="color: #000000;">(me convenço facilmente quando me convém!)</span></p>
<p>Depois acabei comprando um fogão que ficou mais de oito meses de enfeite na cozinha, o que me levou a crer que tomei a decisão mais acertada na escolha entre uma coisa e outra. <span style="color: #000000;">Não deixo nunca de seguir minha intuição, por mais consumista e insana que ela seja!</span></p>
<p>E como moro sozinha, só sei que preciso das coisas quando percebo que elas não existem. Por exemplo: um liquidificador.<br />
Normalmente eu não precisaria de um, mas andei pensando e entendi que: elogios rasgados por um jantar de comer de joelhos talvez eu nunca recebesse, mas uma sopinha de abóbora japonesa bem simples <span style="color: #888888;">(</span><span style="color: #808080;"><span style="color: #888888;">e</span> saudável!)</span> não era assim um sonho tão distante. <span style="color: #808080;">Isso eu podia conseguir, sim!</span></p>
<p>Cheia de esperança entrei no shopping semana passada para comprar um liquidificador. Saí de lá com uma calça azul de couro e um óculos de sol.<span style="color: #000000;">Um minuto de silêncio para a gente aceitar os fatos e seguir com a programação normal. </span></p>
<p>É, a dona de casa não mora mesmo aqui, mas sou da seguinte opinião: <strong>o talento que Deus não dá o restaurante entrega. <img src="http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" /></strong></p>
<p><em><span style="color: #000000;">“Não sei cozinhar. Mas peço delivery como ninguém”.</span></em></p>
<p>Livremente inspirado nas palestras e campanha da <a href="http://plushblush.updateordie.com/tag/casa-tpm/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Casa Tpm">Casa TPM</a>.</p>
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		<title>A vilania mais na moda do que nunca</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 20:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Esteves]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[João Emanuel Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[vilãs]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Tô obcecada com Avenida Brasil. Mas quem não tá? É tipo a“Vale Tudo” de 2012, só que no lugar de Odete Roitman temos Carminha reinando absoluta. Quando a novela foi anunciada ela parecia só mais uma madrasta dessas tantas, mas o tempo foi passando e ela foi nos cativando cada dia mais com sua coleção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-23515" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/07/19/a-vilania-mais-na-moda-do-que-nunca/13579193-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-23515" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/07/135791932.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Tô obcecada com <a href="http://plushblush.updateordie.com/tag/avenida-brasil/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Avenida Brasil">Avenida Brasil</a>. Mas quem não tá? É tipo a“Vale Tudo” de 2012, só que no lugar de Odete Roitman temos Carminha reinando absoluta. Quando a novela foi anunciada ela parecia só mais uma madrasta dessas tantas, mas o tempo foi passando e ela foi nos cativando cada dia mais com sua coleção de camisolas de seda &amp; maldades fofas.</p>
<p>Carminha é a consagração da vilania na classe C. <span style="color: #808080;">Ela é ascensão, explosão e ápice. </span>E não sei como vão conseguir tirá-la do topo. Para derrubar Carminha, Nina <span style="color: #808080;">(carismática como um vidro de palmito)</span> teria que nascer de novo em forma de Clara <span style="color: #808080;">(Ximenes!)<span style="color: #000000;">.</span></span></p>
<p>Carminha vai além de todas: Odetes, Floras, Terezas, Fátimas &amp; Nazarés. Não há limites para suas maldades e ela ainda faz tudo esbanjando um bom humor e um cinismo que fascina. E acho que é isso que a coloca em imensa vantagem sobre as outras, porque maldade todas faziam, mas as <a href="http://plushblush.updateordie.com/tag/vilas/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with vilãs">vilãs</a> das classes abastadas eram amarguradas e entendiadas e não tinham o brilho da alegria suburbana no olhar, como a nossa diva tem e usa sem economizar.<br />
Abandona criancinhas no lixão, mata pessoas <span style="color: #808080;">(spoiler)</span> e cachorros <span style="color: #808080;">(Totó não vai latir mais!)</span> pega o cunhado, humilha a filha gordinha, manipula meio mundo e ainda posa de mãe católica e dedicada. Carminha faz com que a nossa amada Nazaré não passe de uma tia louca e Mária de Fátima uma menina mimada.</p>
<p>Carminha faz até Laurinha Figueroa despencar do “top five” da vilania  <span style="color: #808080;">(e olha que essa era incrível)</span> mas não se divertia como a nossa musa se diverte, porque a amargura cheia de pompa impedia que ela brilhasse sem limites, mas não podemos negar que se jogar de um prédio agarrada ao brinco da sucateira foi coisa de gênia da maldade <span style="color: #808080;">(toca aqui Laurinha!)</span>.<br />
Mas acreditamos no potencial de Carminha. Ela há de superar isso.</p>
<p>Só espero que João Emanuel não invente de querer justificar sua demência com traumas de infância. Queria que ela fosse má por pura vontade, desvio caráter e falta de Rivotril. Esse negócio de sofreu na infância por isso ficou assim não dá mais. “Nasceu diaba”. Acho bem mais interessante do que criar justificativas para ela virar uma vítima das circustâncias. Ela não é.</p>
<p>Bom, é novela né gente? Admiramos apenas a interpretação brilhante da atriz, porque se da vida real Carminha fosse, essa hora nossa diva estaria tomando sol com Suzane, Ana Carolina e Elise lá no Tremembé. Posso apostar que seria uma amizade linda: <span style="color: #000000;">“Villainy and the city”.</span></p>
<p>O que podemos afirmar é que, com a sua chegada, Carmem Lúcia condenou Odetes, Fátimas, Terezas, Nazarés e Laurinhas à morte instantânea. Nos apaixonamos por ela no primeiro capítulo, mas não tínhamos ideia que esse amor podia crescer tanto. Hoje o Brasil reverencia essa vilã que ainda nem acabou, mas já se tornou inesquecível.</p>
<p>Quem ama Carminha, compartilha e dá like! <img src="http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
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		<title>Corinthiana bordô tendência</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 20:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Não tenho time, não entendo nada de futebol, fico puta porque toda quarta a novela acaba mais cedo e no domingo sempre sou trocada por um final de campeonato qualquer. E é só essa minha relação com a bola em campo. De competição e desprezo, por não entender nada, por mais que me esforce (de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-23223" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/07/04/corinthiana-bordo-tendencia/audrey-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-23223" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/07/audrey1.jpg" alt="" width="640" height="747" /></a></p>
<p>Não tenho time, não entendo nada de futebol, fico puta porque toda quarta a novela acaba mais cedo e no domingo sempre sou trocada por um final de campeonato qualquer. E é só essa minha relação com a bola em campo. De competição e desprezo, por não entender nada, por mais que me esforce <span style="color: #808080;">(de vez em quando!)</span>.</p>
<p>Clássico para mim é um anel da Tiffany ou o figurino da Audrey Hepburn.</p>
<p>Mas hoje confesso que tá  impossível ficar imune, pincipalmente porque trabalho com 27 homens e sendo que metade deles é corinthiano, então tô sentindo o sofrimento e a ansiedade pairando no ar, tanto que se Rivotril eu ainda tomasse ia colocar umas gotinhas na água para dar uma acalmada.</p>
<p>Fiquei pensando se existe alguma coisa que abale as mulheres nesse nível de loucura? E não me vem nada: nem final de novela, nem viagem, nem compras, nem liquidação. Provavelmente um filho, mas ainda não cheguei lá para opinar. Mas são muitas as meninas que entendem, vibram, torcem ali ó no mesmo nível. O que nem de longe é o meu caso e da maioria.</p>
<p>Amar um time com essa  emoção e esse desapego <span style="color: #808080;">(porque efetivamente ninguém ganha nada com isso) </span>é coisa para almas muito evoluídas, ou o contrário? Ao mesmo tempo que sinto ódio do Corinthians por ele causar tanto barulho sinto admiração pelos torcedores fervorosos que ele coloca no mundo. <strong>Um amor cego, louco e desmedido</strong>. Não vejo muito isso nos outros times, seria então o Corinthians o mais digno de amor por tanta entrega?</p>
<p>Nem sei o que é significa essa tal de Libertadores, só sei que eu tô ficando nervosa e a princípio tava na dúvida: torço contra ou a favor? A favor: afinal tenho muito amigo gente boa que merece essa alegria. Contra: afinal vai ser difícil aguentar um babaca arrogante no dia seguinte.</p>
<p>Realmente não tenho a dimensão do que essa vitória pode significar, mas me questiono sobre o que nos igualaria aos homens em relação a esse amor? Não sei, mas em nome de uma grande admiração acabo de decidir: hoje sou uma Corinthiana fervorosa e bordô. Porque Corinthians é pura tendência. Gol! <img src="http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" /></p>
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		<title>Sim, eu me acho foda</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 20:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Depois que o Gustavo postou esse vídeo fofo da Dove, fiquei com uma dúvida: se as mulheres andam com a autoestima tão baixa, como estão os homens em relação a isso? O Plush Blush saiu às ruas, às janelinhas do facebook e aos departamentos de criação das agências de publicidade para perguntar aos homens: &#8220;Hey, você [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-22961" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/06/21/sim-eu-me-acho-foda/homem_640x480-4/"><img class="aligncenter size-full wp-image-22961" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/06/Homem_640x4803.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>Depois que o Gustavo postou <a href="http://plushblush.updateordie.com/2012/06/20/dove-beautiful/" target="_blank">esse vídeo fofo da Dove</a>, fiquei com uma dúvida: se as mulheres andam com a autoestima tão baixa, como estão os homens em relação a isso? O Plush Blush saiu às ruas, às janelinhas do facebook e aos departamentos de criação das agências de publicidade para perguntar aos homens:<span style="color: #000000;"> &#8220;<strong>Hey, você se acha gato?</strong>&#8220;</span></p>
<p>As declarações foram unânimes e a conclusão é uma só: eles se amam demais. <span style="color: #000000;">Viva! </span>E ao mesmo tempo que dá uma certa raiva/inveja, confesso que também sinto admiração.  A autoestima masculina é de aço inox e independe de fatores como o tempo, closet e períodos menstruais. Eles são assim: leves, ainda que acima do peso.</p>
<p>Peso?  Não importa, são musos, deusos e necessários. Barriga é charme. Miopia é inteligência. Calvice: coisa da nossa cabeça neurótica que ficamos achando cabelo em ovo. Eles estão muito bem assim, obrigado.</p>
<p>Entrevistamos <span style="color: #000000;">25</span> homens muito interessantes. Falei pessoalmente com cada um deles e pedi que se dessem notas que variavam de zero a dez. E depois  que escolhessem um ator que pudesse interpretá-los no cinema. Essa parte morri de rir: Colin Firth, Gael García Bernal, Johnny Depp.<span style="color: #808080;"> <span style="color: #000000;">&#8220;<em>Uma vez falaram que eu era parecido com o Richard Gere&#8221;.</em></span> </span>Jura? Parece mesmo.</p>
<p>Comentando com uma amiga sobre tudo isso, chegamos a conclusão que tá explicada a causa de todo egoísmo masculino, eles se amam tanto que não sobra amor para mais ninguém. Gastam tudo com eles. E agora adivinhem o que mais abala a auto estima dos nossos musos? Não, claro que não somos nós. Vou facilitar.</p>
<p>Você vê um homem andando triste, o que aconteceu? (  ) seu carro quebrou; ( ) foi abandonado pela mulher; (x) seu time foi rebaixado. Tá, tô sendo injusta. Eles são sensíveis e ficam muito deprimidos em caso de abandono. <span style="color: #000000;">&#8220;<em>Como essa filha da <span style="color: #999999;"><span style="text-decoration: line-through;">puta</span></span> mãe teve a coragem de fazer isso comigo? Ela só pode estar louca&#8221;</em>. </span>Claro. Louca de pedra! Basta olhar para você.</p>
<p>Enquanto a nossa autoestima navega num mar de incertezas e o mundo acaba com a descoberta de uma nova celulite, eles estão firmes e fortes e ainda são verdadeiros craques quando o assunto é futebol.</p>
<p>Então a conclusão é uma só: sim, eles se acham foda e não tem nada a ver com beleza. Ser foda é um estado de espírito <span style="color: #999999;">(permanente)</span> dos moços. Palmas. E a nós só resta: amá-los, invejá-los e admirá-los. Por isso e por tudo. <img src='http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Hoje vamos falar do amor. Do amor por sapatos.</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 18:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Sapatos]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Era uma tarde qualquer, de uma vida qualquer e juro que pretendo chegar em algum lugar com essa história porque hoje é dia de falar de amor, nem que seja de um qualquer. Tinha saído apenas para almoçar com amigos e era para ser rápido e sem consequências. Mas quando descuido de mim por 5 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-22819" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/06/12/hoje-vamos-falar-do-amor-do-amor-por-sapatos/286260120034252016_hp4lhwu0_f/"><img class="aligncenter size-full wp-image-22819" title="miumiu-shoes" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/06/286260120034252016_hP4lhWU0_f.jpg" alt="" width="640" height="456" /></a></p>
<p>Era uma tarde qualquer, de uma vida qualquer e juro que pretendo chegar em algum lugar com essa história porque hoje é dia de falar de amor, nem que seja de um qualquer.</p>
<p>Tinha saído apenas para almoçar com amigos e era para ser rápido e sem consequências. Mas quando descuido de mim por 5 minutos tá feito o estrago<span style="color: #888888;"> (algum estrago!)</span> quando vejo já tô envolvida, fazendo planos e com uma sacola na mão me sentindo a pessoa mais realizada do mundo todo e inteiro. O consumo traz essa paz de amor. Só que sem o amor. Sei que quando dei por mim já estava escolhendo o melhor lugar do armário para ele e empurrando todos os outros para o fundo. Tarde demais, ele ia me desnortear e me ferir com carinho, igual a música da Marisa Monte.</p>
<p>Mas durante um curto espaço de tempo ele me fez flutuar nos seus saltos enormes, lindos e perigosos e é sobre isso que quero falar. Sobre flutuar, flutuar para depois cair. E levantar. Porque o amor é uma caminhada cheia de tropeços.</p>
<p>E foi assim que começou minha história de obsessão com um belíssimo Diane Von Furstenberg<strong> </strong>com o qual vivi um amor à primeira vista, com promessa de felicidade silenciosa. Eu sabia que seus saltos altíssimos não eram para mim, que tenho três hérnias e caio com facilidade pela vida. Tava na cara que ele não era feito para realidade. Não para minha.<span id="more-22814"></span></p>
<p>Mesmo assim ele chegou cheio de si desmontando em segundos todo um esquema neurótico/virginiano de uma vida inteira dedicada a separar tudo por cores e modelos. Não importava mais nem cor e nem modelo, só o espaço, que agora seria todo dele. Condenou todos os outros a um esquecimento instantâneo.</p>
<p>Eu só precisava dele, que não desapontava e ficava lindo com todas as produções, embora machucasse.Virei refém da sua beleza desconfortável e da inveja feminina que deve ser a décima primeira praga do Egito. Sem o Egito. Ia linda com ele para festas e voltava sempre destruída, porque não era fácil manter o equílibrio. Mas eu fingia que não via porque não queria outro. Couros laceiam, cedem e encaixam melhor com o tempo. Era nisso que me apegava. E insistia.</p>
<p>Até que uma noite depois de dançar por horas ao som de “<em>Gonna get along without you now</em>.”  Ele me derrubou, despenquei lá de cima<span style="color: #888888;"> (puf!)</span> e tive que desistir, porque  nosso amor se mostrou dolorosamente impossível. Foi um tombo feio que me fez repensar tudo e desde então, busco outro tipo de amor : um que me faça flutuar mesmo sobre a luz da realidade, que não machuque <span style="color: #888888;">(tanto!)</span> e seja confortável em qualquer que seja a situação. E é esse amor que quero celebrar hoje. Viva. <img src='http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Sobre camisas jeans e a amizade</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2012 19:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fran Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Ins)pirações]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios de Fran]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Amizade assim como figurino sempre foi uma coisa sagrada para mim. Mas a vida, essa louca que faz a gente viver correndo atrás da grana (que ergue e destrói coisas belas) engole quase tudo e o tempo falta. Nisso a gente acaba priorizando alguns amigos e mantendo os outros apenas no coração e no facebook. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<br/><p><a rel="attachment wp-att-22721" href="http://plushblush.updateordie.com/2012/06/04/sobre-camisas-jeans-e-a-amizade/camisas_jeans/"><img class="aligncenter size-full wp-image-22721" title="camisas_jeans" src="http://plushblush.updateordie.com/wp-content/uploads/2012/05/camisas_jeans.jpg" alt="" width="640" height="461" /></a></p>
<p>Amizade assim como figurino sempre foi uma coisa sagrada para mim. Mas a vida, essa louca que faz a gente viver correndo atrás da grana<span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;"> <span style="color: #808080;">(que ergue e destrói coisas belas)</span></span> </span>engole quase tudo e o tempo falta.  Nisso a gente acaba priorizando alguns amigos e mantendo os outros apenas no coração e no facebook.</p>
<p>Mas quem importa de verdade compreende isso <span style="color: #888888;">(ou não!)</span>. Acho que com as roupas <span style="color: #888888;">(guardadas as devidas proporções)</span> acontece a mesma coisa, se houvesse tempo, todos os dias poderíamos fazer produções incríveis, porque com bom gosto e imaginação o céu é o limite. Sei que devo mais atenção para algumas peças e sempre prometo: <em>&#8220;espera sua linda, que seu dia vai chegar</em>&#8220;. Mas na correria acabo sempre usando mais algumas e deixando as outras guardadas no armário e no coração.</p>
<p>Tenho um vestido que é  lindo, mas nunca consigo usar, acabo sempre optando por um mais básico que já dá para usar no mesmo dia em diferentes ocasiões e nisso ele fica ali esperando. Tenho certeza que se ele fosse uma pessoa estaria magoado comigo, alegando descaso. Mas é só um vestido, um problema a menos. Amém!</p>
<p>Por exemplo, uma camisa jeans básica todo mundo tem, clara, escura, comprida, curta. Procura lá. Pode ser que nem sempre você use, mas ela tá ali só esperando sua vez . E quando chega ela não decepciona, porque elas ficam lindas com tudo, com cinto, sem cinto, vestido, legging, calça colorida, peças de alfaiataria, jaqueta e se você for estilo puro, até com uma saia de tulê <span style="color: #888888;">(mas aí tem que ser estilo puro mesmo, hein?)<span style="color: #000000;">.</span> </span>Ela dá aquele ar pro figurino de “<em>nossa, arraso sem querer</em>” porque tem um despojamento natural que vai além de tendência, como se estivesse acima disso. <span style="color: #000000;">Algumas amigas também são assim, não?</span></p>
<p>Mas como já disse com bom gosto <strong>o céu é o limite</strong> e assim finalizo minha análise lembrando que:  uma boa camisa jeans é como aquela amiga querida que você quase não fala, mas quando fala é como se nunca tivessem se separado. Porque amigas sensacionais, assim como as camisas, a gente não encontra por aí todos os dias. Vale a pena priorizar sempre que possível. <img src='http://plushblush.updateordie.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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