Harmonia Inata

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Já parou para pensar por que você se identifica com determinados estilos musicais e não com outros?  A sua vivência pode ter muito mais a ver com isso do que você imagina. Uma pesquisa da , na , mostra que a musical pode ser aprendida, sendo uma questão de treinar o para ouvir os sons – ao contrário de teorias anteriores sobre o tema, que defendiam a relação entre a habilidade para apreciar a com as propriedades físicas do som, do próprio ouvido e de uma aptidão natural para entender a harmonia.

O que os pesquisadores desse estudo fizeram foi reunir 66 voluntários de variadas formações musicais e testar a capacidade dos mesmos de ouvir combinações de notas para avaliar se eram familiares e agradáveis. Segundo Neil McLachlan, professor da Escola de Ciências Psicológicas da Universidade de Melbourne e responsável pela pesquisa, o que eles perceberam é que os músicos formados eram muito mais sensíveis à desarmonia e, quando não reconheciam a nota, relatavam que  os sons eram desagradáveis.

Para confirmar essa constatação, os cientistas treinaram 19 não-músicos em uma seleção aleatória de instrumentos de cordas ocidentais. Ao longo de dez sessões curtas, os participantes melhoraram não apenas sua capacidade de ouvir notas como relataram que as cordas que haviam aprendido soaram mais agradáveis, independente da forma que estavam sendo tocadas.

Toda esse processo levou os pesquisadores à conclusão de que a capacidade para ouvir determinado tipo de som pode ser aprendida e, por isso, para gostar de variações particulares de combinações de sons, como no , no ou até algum ritmo que pode parecer exótico para nós, é importante treinar o cérebro. “Nós mostramos neste estudo que para a música, a beleza está no cérebro de quem ouve“, diz McLachlan.

Na próxima vez, antes de dizer que não gosta de determinado tipo de música, pense se não é simplesmente porque você ainda não aprendeu a ouvi-la. ;)

Mais sobre a pesquisa aqui.

Cinthia Pascuetoé moça do interior, jornalista em terras cariocas e cheia de sorrisos.
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Halestorm, a nova cara do rock

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O bom e velho ‘n roll sempre ocupará aquele espacinho cativo em nossos corações, mas conhecer novas apostas do cenário também é essencial, vai.

Quem vem ganhando os holofotes é a banda de hard rock Halestorm, liderada pela vocalista (musa!) Lzzy Hale, junto de seu irmão Arejay Hale, Joe Hottinger e Josh Smith. Em seu segundo álbum, “The Strange Case of…”, a banda alcançou o 15º lugar da Billboard 200 e o 1º no Hard Rock Albums. Tá bom ou quer mais?

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Então segura só: o primeiro single, “Love Bites (so do i)” – que estourou nas rádios nacionais e internacionais (tá tocando direto na 89 Rádio Rock!) – levou pra casa o Grammy 2013 na categoria “Best Hard Rock/Metal Performance”, superando monstros como Iron Maiden, Anthrax, Megadeth, Lamb of God e Marilyn Manson. Read More

Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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Beyonce Super Bowl Halftime Show

Gustavo Giglioé Updater / é de marketing / é da música / é da Guinness
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Musical O Rei Leão chega ao Brasil

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Que rufem os tambores: depois de mais de 60 milhões pessoas terem assistido ao espetáculo O Rei Leão chegou a nossa vez!

A produção está aterrisando em terras brazucas para deixar todo mundo ainda mais apaixonado pela história de Simba! O musical, que é a maior bilheteria da história da Broadway (!), chega aos palcos do Teatro Renault, em São Paulo, no dia 28 de março. O musical tem um certo acréscimo de canções, além das cinco difundidas pelo filme, como “Hakuna Matata”. Para trabalhar nas versões brasileiras a Disney chamou ninguém menos que o mestre Gilberto Gil.

A produção apresenta Osvaldo Mil no papel de “Scar”, César Mello é “Mufasa”, Phindile Mkhize é “Rafiki”, Rodrigo Candelot é “Zazu”, Marcelo Klabin é “Pumba”, Ronaldo Reis é “Timão”, Tiago Barbosa é “Simba”, Josi Lopes é “Nala”, Jorge Neto é “Banzai”, Juliana Peppi é “Shenzi”, e Felippe Morais é “Ed”. O papel do “Jovem Simba” é alternado entre Gustavo Bonfim, Henrique Filgueiras, Yudichi Taniguti e Matheus Braga, e o papel de “Jovem Nala” é alternado entre Any Gabriele, Karollyne Nascimento, Lais Dias e Ysa Paula.

Aqui uma palhinha de Ciclo da Vida, cantada pelo elenco brasileiro – que também conta com vocalistas sul-africanos – no press day que rolou essa semana.

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Não bastasse toda a dedicação e talento de Hans Zimmer (“Circle of Life” e “This Life” são lendárias) ao participar da composição da trilha sonora original de 1994, agora também podemos desfrutar da produção super premiada que fez com que Julie Taymor se consagrasse como a primeira mulher a levar o prêmio Tony de Melhor Direção, um marco na história do teatro.

Merecido, né? Afinal, ela conseguiu realizar uma “adaptação impossível” da animação para o palco. Além do desafio estético, a produção do musical conta com mudanças no roteiro marcantes, como a mudança de gênero do babuíno Rafiki, que no musical é interpretado por uma mulher. Sem falar que a maquiagem e o figurino são incríveis e nos transportam diretamente para uma África maravilhosa.

O espetáculo realmente fez por merecer todas suas premiações: um Grammy de melhor trilha sonora de musical e seis prêmios Tony em 1998 – Melhor , Melhor Design Cênico (Richard Hudson), Melhor Figurino (Julie Taymor), Melhor Design de Iluminação (Donald Holder), Melhor Direção de Coreografia (Garth Fagan) e Melhor Direção de Musical – entre outros.

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Quem vamos? :D

Musical “O Rei Leão”
Estreia 28 de março
Local: Teatro Renault (antigo Teatro Abril, na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 411, São Paulo)
Sessões: quartas, quintas e sextas, às 21h; sábados às 16h30 e 21h; domingos às 15h30 e 20h
Ingressos: De R$ 50 a R$ 280
Vendas: pelo telefone 4003-5588, pelo site www.ticketsforfun.com.br e nos pontos de venda.

Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
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David Bowie 10 anos depois

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“Se você decide subverter um álbum de David Bowie as escolhas são muitas, mas este – Heroes – é um dos seus mais reverenciados” declarou Jonathan Barnbrook. Designer responsável pela da capa do novo disco de David Bowie, Jonathan recebeu críticas por criar uma embalagem dita por muitos como “tosca” para o primeiro disco do cantor inglês em 10 anos, mas na verdade, sua escolha foi muito mais certeira do que parece

Por que começar falando de um novo single – e mais tarde de um novo álbum – pela capa? Porque 33 anos após o fechamento da Trilogia de Berlim David retorna com Where are we now? Uma canção que compara a Berlim da época da queda do muro com a Berlim de hoje. Aqui, assim como em Low, Heroes e Lodger, Bowie aparece obscuro, misterioso. Aliás, mistério foi uma característica crucial para causar tanto burburinho em torno de uma . Ninguém sabia que David Bowie estava preparando um novo álbum. Uma agradável surpresa para os fãs e críticos de do mundo inteiro que não poupam elogios ao novo single.

A capa criada por Jonathan Barnbrook e Where are we now? nos levam a pensar sobre a implacável condição humana de seguir em frente deixando o passado para trás. David Bowie não é mais o mesmo músico nem a mesma pessoa que era quando lançou Heroes em 1977, mas ele quer que pensemos não só no hoje, mas no tempo em que o álbum original foi produzido. O ‘n roll é muito “o momento”, mas o indivíduo é um compilado de experiências únicas que modificam a forma como vemos o mundo.

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Por isso, The Next Day – nome do novo álbum do cantor – parece – através de uma avaliação de sua primeira música de trabalho – fazer ainda mais sentido quando ouvido como uma continuação dos trabalhos anteriores de Bowie e não somente com um álbum lançado 33 anos após a Trilogia de Berlim, sua obra mais aclamada.

Pelo o que ouvimos e vemos no clipe de Where are we now?, The Next Day poderia ser encarado como uma extensão de uma história que não acabou na década de 1970, mas que continua em eterna mutação e evolução e influencia o hoje. Mesmo que com um tom melancólico, saudosista e às vezes, crítico ao ponto em que chegamos e na vida, que para David Bowie parece não ser mais a mesma, existe algo de bonito na canção que me fez desejar a liberdade mais ou menos como aconteceu da primeira vez que escutei a canção Heroes. É como um grito de desespero cheio de beleza.

David Bowie, agora aos 66 anos, pode soar frágil em sua nova canção, mas a genialidade que fez dele um dos ícones da música que ajudaram a moldar nossa cultura – e um dos poucos ainda vivos – está lá na música, no vídeo e até no tom de voz. Agora é só esperar para ouvir o disco na íntegra. Eu aposto que será incrível.

The Next Day chega às lojas no dia 11 de março de 2013 e está em pré-venda no iTunes. Pode comemorar! ;)

Joana Gama Filhodança na ponta dos pés, não dorme antes de ler e não vive sem escrever.
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Música | O jazz suave de Stacey Kent

Já ouviu falar da cantora de americana Stacey Kent? Ela já foi indicada ao Grammy por sua performance no álbum “Breakfast On The Morning Tram” de 2007 e é considerada uma das divas do contemporâneo. Uma verdadeira mulher de alma, talento, guerreira e artista! Como adoro uma boa , não pude deixar de perder um dos 4 shows que a artista fez aqui pelo Brasil este mês, é claro.

Cheguei ao Teatro Abril com uma expectativa boa, de ouvir uma cantora fofa e talentosa e fui surpreendida por uma artista verdadeiramente apaixonada pelo Brasil. O show começou um pouco atrasado mas, logo na primeira música, todos já haviam esquecido os minutos de atraso. Ela entrou no palco como se fosse uma boneca, daquelas preferidas das estantes infantis. Sua voz suave foi invadindo a plateia toda: dos fãs aos desconhecidos do mundo do jazz.

Ao final de cada música, Stacey agradecia as palmas com um “obrigada!” tão empolgada e tão feliz que todos a aplaudiam mais. Depois de 4 músicas, ela começou a falar português. Não um português qualquer, mas um português apaixonado. Ela contou e cantou seu amor pela música e povo brasileiro.

Emocionada, pegou seu violão e começou cantar, em português, músicas de Tom Jobim, João Gilberto e Vinícius. O coro foi alto. Quando achei que o show já tinha se esgotado de boas surpresas, Stacey começou cantalorar músicas do mestre Pixinguinha, levando o público ao delírio com as letras de Carinhoso.

E eu, como boa mulherzinha, chorei por ela e pelo seu amor pela música, pelo Brasil e pelo marido, Jim Tomlinson, que a acompanha no saxofone. Cheguei em casa anestesiada e com coração cheio de alegria! Anestesiada pela beleza e timbre da voz de Stacey e alegre por ver nossa música sendo bem representada pelo mundo com dignidade, talento e paixão.

Aumente o volume e se deixe levar por Stacey porque vale a pena! ;)

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Noemi Gomespublicitária e apaixonada por café e música.
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American Music Awards | Pink

Viram a apresentação da no American Music Awards de ontem? e seu parceiro Colt Prattes apresentaram ontem a chamada “Dança Apache”, que representa a batalha entre um homem e uma mulher. Que apresentação linda. Com o corpo pintado e encenando um verdadeiro ato emocionante, achei que ela melhorou muito seu vocal e suas aparições em prêmios da (já recebeu prêmios visivelmente bêbada). Acrobata que só, Pink mostra que está no seu melhor shape e que nunca esteve tão madura física e psicologicamente, não acham?

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Madonna e Johnnie Walker | Keep walking, Brazil

Quem lembra da campanha lindíssima que a Johnnie Walker fez sobre o gigante adormecido aqui no Rio, com o mote “Keep Walking, Brazil”? Pois o segundo filme da campanha inédita da marca para uma só nação (vai que é tua, Brasil!) é com ninguém mais, ninguém menos que a diva Madonna. O comercial de 30 segundos foi criado pela BBH de Londres e traz imagens da carreira da cantora desde o início, comparando sua trajetória musical com o atual momento de progresso do Brasil.

A parceria Madonna e JW, vai além do filme: está rolando a exposição Arte Urbana no MIS – Projeto Keep Walking, Brazil, que apresenta obras criadas por 30 grafiteiros e das quais apenas uma será escolhida para se a capa de um single de remixes da “Superstar”, que será lançado na vinda da cantora ao Brasil, em dezembro.  Achei excelente o incentivo à criatividade e aos talentos daqui. Ponto para a Johnnie Walker e para Maddie!

O diretor artístico e designer por trás de três capas de álbuns da Madonna, Giovanni Bianco, contará com o apoio do renomado artista de rua Binho Ribeiro e do Museu da Imagem e do Som (MIS), que sediará além da expo, 4 workshops para os 30 novos artistas. Não dá para perder:

Exposição “Arte urbana no MIS – Projeto Keep Walking, Brazil”
Local: MIS – Museu da Imagem e do Som (Av. Europa, 158 – Pinheiros)
Até 16 de dezembro
Horários: de terça a sexta, das 12h às 22h, e sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h
Entrada franca

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Depois de críticas, No Doubt retira do ar clipe de Looking Hot

Na última sexta, o No Doubt lançou seu segundo clipe do álbum “Push and Shove”, “Looking Hot”. Apesar de ter achado o novo álbum fraquinho em comparação aos antigos, esse vídeo traz de volta “aquela” Gwen Stefani que estávamos acostumados a adorar. Fazia tempo que não a via gata assim.

O vídeo traz a banda caracterizada de índios norte-americanos, lutando contra cowboys e vivendo em uma aldeia apache. Claro que apareceram críticas e mais críticas que fizeram o clipe sair do ar no YouTube. O motivo?  Fãs e a comunidade indígena alegaram que o material retrata o grupo de forma preconceituosa, e mostra a cultura nativo americana de forma estereotipada e ofensiva.

A banda publicou um comunicado pedindo desculpas aos ofendidos e retirou o clipe do ar:

“Como uma banda multirracial, nossos fundamentos são construídos na diversidade e na consideração por outras culturas”, diz o comunicado. “Nossa intenção com o novo vídeo nunca foi ofender, machucar ou banalizar os Nativos Americanos, sua cultura ou sua história. (…) A que nos inspirou quando começamos a banda, e da comunidade de amigos, familiares e fãs que nos cerca, foi construída sobre a unidade, respeito e inclusão. Pedimos sinceras desculpas à comunidade indígena e qualquer outra pessoa ofendida por este vídeo. Machucar alguém é simplesmente o que não queremos.”

O clipe foi dirigido por Melina Matsoukas (que também dirigiu videoclipes polêmicos como S&M, de Rihanna). Mas será que precisava disso tudo? Então é melhor esse pessoal ativista rever os clipes de grandes bandas dos anos 80. Vão ficar chocados…

O mundo está ficando bem chato e sem graça, não acham?

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Faça música com o Twitter

Na última semana, a marca de água lançou um aplicativo simples e poético que transforma tweets em melodia: é o .

O vídeo abaixo mostra como o app funciona e como podemos brincar e compor os sons.

O Melotweet está disponível para iPad e Android. Faça o download aqui.

Danielle Gurgelcarioca, sagitariana e é sócia fundadora do Club Jardins.
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