
Falando em Oz, Mágico e Poderoso, outra superprodução inspirada na história encantadora de Frank L. Baum estreia dia 22 de fevereiro nos palcos do Teatro Alfa em São Paulo: o Musical O Mágico de Oz.
A atração escrita pelos reis dos musicais Charles Möeller e Claudio Botelho é baseada na história do filme de 1939, eternizado por Judy Garland no papel de Dorothy, a menina levada por um tornado rumo à fantástica estrada de tijolos amarelos e um universo jamais explorado antes.
O grande destaque da peça é a volta triunfal aos palcos de Luiz Carlos Miele – e é dele o papel-título d’O Mágico de Oz. Também estão no elenco Lúcio Mauro Filho, que brilha na pele de um Leão Covarde afeminado, Nicola Lama, como o Homem de Lata e Malu Rodrigues, verdadeira revelação como Dorothy, e Heloísa Perissé no como Bruxa Má do Oeste e André Torquato no papel de Espantalho – novidades no elenco (na primeira temporada em cartaz no Rio, Maria Clara Gueiros e Pierre Baitelli interpretaram os papéis de bruxa má e Espantalho).

Tive a oportunidade de assistir à temporada carioca (que teve 80 mil espectadores!) no ano passado e admito que me surpreendi muito positivamente. Fiquei impressionada com a riqueza dos cenários e efeitos especiais incríveis de verdade, sem falar que a maquiagem e o figurino estão caprichados e a interação dos atores é impagável (sem falar que o cachorrinho Totó é fofo demais, claro).
A montagem é baseada na única adaptação autorizada para o teatro, feita pela Royal Shakespeare Company, seguindo praticamente todo o roteiro do filme, vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora e Canção Original (Over the Rainbow). Ou seja, vale muito a pena conferir.

Hora de fazer um esquenta para a megaprodução da Disney indo pra algum lugar além do arco-íris!
O Mágico de Oz
Teatro Alfa: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro
Bilheteria: de segunda a sábado das 11h às 19hs e domingos das 11h às 18h. Em dias de eventos até o início dos mesmos – ou aqui no Ingresso Rápido.
Ingressos: de R$ 40 a R$180
Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.
Não, o título desse post não é sobre o que você está pensando (sua desavergonhada). Estamos falando da doidinha da Natalie Irish, uma artista norte-americana que escolheu uma ferramenta bem diferente de pintar quadros: seus lábios. Isso mesmo. Ela sai dando beijinhos na tela, sem medo de ser feliz, e o resultado é um monte de quadros super divertidos.

Pra quem mora em São Paulo, a boa notícia é que ela vai estar na estação Paraíso do metrô nessa quarta (dia 20/2/13), pronta para encher de beijos uma tela, ao vivo. Com uns beijinhos aqui e outros ali, ela vai representar uma mulher brasileira num painel. Bacana, né? Fico pensando no namorado dela. Não precisa nem fazer tatuagem.
Francine Guilené feliz. Também é contadora de histórias e curandeira de conteúdo.
A produção e os atores de Oz, Mágico e Poderoso comentam como o figurino, efeitos especiais e a maquiagem deram vida às personagens do fantástico mundo de Oz. Estamos ansiosas.
Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.

Descobrimos no Instagram uma mãe coruja do Brooklyn que risca e rabisca versões ilustradas das produções diárias (e incríveis!) da sua filha pré-adolescente, dos irmãos mais velhos e de alguns de seus amigos também.
Depois da gente cair de amores pelos traços coloridos da chinesa Xiaoxi Zhang (lembra?), o @what_my_daughter_wore arranca suspiros e fazer a gente adorar looks do dia criativos como esse! Além das publicações no Instagram, ela posta as artes em seu blog também. Todos os dias ela publica um desenho novinho, cheio de cores e detalhes.
Haja talento e dedicação, né? (mais…)
Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.

No mês de agosto ainda não havia gosto, apenas o seu rosto a me mirar com esses olhos que me derretem os poros e essa boca que me esquenta a roupa num calor que deixa a mente quente e o pulso acelerado, como quem comete um pecado, mas é só o ponto de ebulição. É como acordar pra vida e botar o bloco na avenida, tem uma hora que não tem mais saída: a gente joga fora a fantasia pra ostentar no peito a nossa mais esplendorosa alegoria – o coração.
No meio da confusão, fomos dois corações na contramão. No meio do breu, fomos só você e eu. No meio da multidão, você me pega pela mão e cola seu corpo no meu num movimento lento. Por um momento, seus dedos me tocam a nuca, eu me derreto feito açúcar, devagar eu encontro teu queixo que me tira do eixo, eu deixo. De mão dada já não penso em mais nada. Vamos lá pra fora onde há vida acontecendo agora, tem uma lua brilhando no céu do libido colorido dos nossos sentidos, ruídos, fluídos. Tem cheiro de mar pra saudar e um vento gelado pra secar nossos corpos suados na madrugada embriagada de estrelas, dezenas delas a se apagar no céu nu, seu nu. Deixa eu cantar pra nós dois, deixa vir o que vem depois, amor a dois, chuva de arroz.
Já não sei ao certo quando é hoje, já não sei quanto tempo faz. Só sei da paz que é ancorar no teu cais. Sinto sua maresia e seu gosto de sal a me salivar. Vejo os seus olhos a me mirar por onde quer que eu vá. Sua voz ecoa, atordoa, abençoa. A gente se cobre de chamego, sem medo ou segredo. A gente fica à toa numa boa, sua mão segura a minha cintura, o meu quadril, em novembro, dezembro, março ou abril. De janeiro a janeiro. O ano inteiro. É fevereiro.
Veronica Fantonié carioca e escritora, louca por música, vestidos e dias de sol.

Teepagorn Wuttipitayamongkol é o nome do moço. Trata-se de um ilustrador tailandês que está começando a aparecer pela internet ocidental com seu trabalho singelo. Olha como ele junta fotos com ilustração e cria efeitos divertidinhos pra caramba:


Dá pra navegar pelo Pinterest e Instagram do rapaz e perder umas horinhas. Tendência fofa detectada!
Francine Guilené feliz. Também é contadora de histórias e curandeira de conteúdo.

Finalmente chegou a hora: a internet já tem história, tem fases, tendências… e, se a gente viajar um pouco, percebe até os tipos de movimentos artísticos web desígnicos que nasceram e morreram da década de 90 até hoje. Lembra daqueles sites com midi tocando? E dos gifs animados de “Em Construção”? E quando a gente recebia quinhentos CDs de provedores de internet grátis?
Dois artistas da web resolveram relembrar a internet vintage em um projeto divertido. Feito por Olia Lialina e Dragan Espenschied, o Once Upon redesenhou famosos sites da internet dos dias de hoje como se eles tivessem sido feitos lá pra 1997. Tem o Facebook, o Google +, o Pinterest e o YouTube – não só desenhados, mas inteiramente programados para ser visualizados em Windows 95 e navegadores antigos (lembra do Netscape?).


Bom pra gente ver o quanto a internet caminhou. Pra relembrar dos tempos em que muitas das profissões que temos hoje nem sonhavam em existir. E pra ter saudades de um tempo em que, para o bem ou para o mal, a internet não era tratada como se fosse o centro de nossas vidas.
Francine Guilené feliz. Também é contadora de histórias e curandeira de conteúdo.
Primeiro o Google levou os desfiles a um outro nível. Os óculos Google Glass foram usados pra gravar cenas dos bastidores do desfile de Diane Von Furstenberg na Semana de Moda de NY. Foi a primeira vez que o gadget inovador foi usado publicamente, e o resultado foi um curta-metragem incrível, o DFV Through the Glass.
Agora a novidade vai além: o Google+ está se unindo à Topshop pra fazer a gente mergulhar na experiência única de como é andar pelas passarelas e se sentir como uma modelo pelo olhar delas mesmas. A novidade, que promete mudar nossa concepção sobre como é ser Gisele Bundchen, será lançada no desfile da coleção outono inverno da marca inglesa nesse fim de semana.
É pra se ligar no site Topshop.com no sábado, dia 17, e acompanhar o hangout ao vivo do backstage e da primeira fileira antes do desfile começar. Já pode se sentir a Cara Delevingne?
Tata GiglioCriadora do Plush Blush, taurina, bem (mal) humorada e amante de gatos.

Contar uma história é transportar alguém para um mundo totalmente novo. Sempre gostei de contar histórias, mas para mim o mais fascinante é conhecer histórias contadas por outras pessoas. Nada substitui o prazer de ver um mundo completamente novo se abrindo diante dos meus olhos.
Com um filme não deve ser diferente. Uma boa direção de arte e cenários ricos me fazem comprar quase qualquer ideia. Seja uma comédia romântica ambientada em Manhattan ou uma guerra épica as margens de um imponente palácio… Uma ambientação bem feita é tudo. Quando se fala de um conto de fadas então, nossas expectativas parecem não ter limites. Chegamos a um ponto, onde efeitos especiais e a tecnologia 3D nos proporcionam uma experiência muito mais real daquilo que costumava ser apenas imaginário. É quase como ver os seus sonhos se tornarem realidade.
Tenho grandes expectativas em relação a Oz, Mágico e Poderoso. Como fã dos livros, do filme, dos musicais e de tudo o que já foi criado sobre esse mundo mágico, tenho em minha cabeça uma ideia bem formada do que esperar. Me chamem de mimada, mas não aceito nada menos do que um cenário incrível. Para minha sorte, Sam Raimi convidou ninguém menos do que Robert Stromberg para ser o desenhista de produção do filme e gente, duvido que atualmente haja alguém melhor no ramo. Responsável pelos cenários de Alice no País das Maravilhas e Avatar, Stromberg pode ser considerado um mágico dos cinemas, afinal, possui aquela capacidade única de transformar o irreal em realidade.
Para dar vida a Oz, ele criou 24 cenários icônicos como a famosa Estrada de Tijolos Amarelos e a Cidade das Esmeraldas, todos desenhados e imaginados, junto com novos desenhos muito esperados, como a Sala do Trono da bruxa, a Whimsie Woods (onde Oz conhece Theodora), a Floresta Escura, onde Glinda, a Bruxa Boa, é apresentada na história, e a Cidade de Porcelana, cujos habitantes são totalmente feitos de porcelana.

“Os outros projetos que eu fiz foram muito mais virtuais”, admite Stromberg. “Para este filme em particular, eu queria conferir uma característica de palco de teatro. Acho que não se consegue obter isso de mundos inteiramente digitais. Então, a única maneira de conseguir essa sensação de palco de teatro foi construir grandes cenários em estúdios de som. E depois ampliá-los usando efeitos visuais de maneira a dar apoio em vez de simplesmente lhes conceber um papel dominante que se sobrepõe a todos os aspectos do processo da cinematografia.”
Os ambientes práticos foram também um pedido do diretor Sam Raimi. Ele queria que os atores pudessem atuar em um espaço mais real possível, que o elenco fosse capaz de ver, tocar e sentir o lugar onde estavam filmando. Para mim faz todo sentido. Não sou atriz, mas sempre achei que deve muito mais difícil dar vida a um personagem quando se está simplesmente em um estúdio todo verde pronto para o chroma-key. Todos os sentidos humanos devem ser de extrema importância na hora da criação.
Pelo visto eu não sou a única pessoa que pensa assim. Michelle Williams (Glinda) disse que foi empolgante estar no set porque o mundo mágico não estava mais só na cabeça dos atores. “Com a Estrada de Tijolos Amarelos e o castelo da Glinda diante de mim, eu não precisei imaginar o que me cercava. Sam e Robert realmente fizeram com que os atores se sentissem à vontade nos sets que construíram para nós trabalharmos.”
Quer conhecer um pouco mais do mundo criado por Robert Stromberg? Dá uma olhada em algumas das locações de Oz – Mágico e Poderoso.
(mais…)
Joana Gama Filhodança na ponta dos pés, não dorme antes de ler e não vive sem escrever.
Muito se vê por aí de movimentos para nos aceitarmos como somos e enxergar a beleza individual de cada um. Todos nós somos bonitos. Da magrinha que vive tentando criar músculos na academia a bailarina fora dos padrões que cismamos em acreditar.
Lembram que falamos aqui das intervenções urbanas You Are Beautiful? Agora a história está ainda mais completa.

Foi com esse pensamento que o designer Matthew Hoffman iniciou o projeto You Are Beautiful há dez anos, em Chicaco. O que começou com 100 adesivos distribuídos para amigos se tornou em mais de meio milhão deles espalhados pelo mundo, através do site You-Are-Beautiful.com.
De quebra, com as intervenções, algumas cidades e países também ficaram mais lindos.

(Alemanha)

(Irlanda)
Hoje ele tem um projeto no Kickstarter para transformar esse movimento de mais de 10 anos em um livro, além de uma exposição em Chicaco que começa esse mês.
E não esqueçam: we are beautiful.
Debbie Corranoé publicitária, e quer conhecer, ler, ser e viver um milhão de coisas ao mesmo tempo.